domingo, 21 de fevereiro de 2016

Ela, Dominadora XII [segunda parte]

Capitulo 12.


Mandamos Santiago para a casa dos pais de Keddy em fortaleza para passar as ferias, com isso estávamos aproveitando um tempo só nosso. Keddy me convidou para irmos a uma balada, como nos velhos tempos, então decidimos ir ao local onde nos conhecemos (se você acha que na balada não pode conhecer alguém especial, se engana, conheci Keddy la e somos casadas). Eu havia acabado de chegar do treino e ela do trabalho, jantamos e fomos. Encontramos alguns conhecidos por la, mas não ficamos junto a eles, queríamos curtir a sós, então começou a tocar a nossa musica (to me sentindo em um filme, tudo perfeitamente sincronizado). Keddy pegou em minha cintura começamos a dançar devagar, beijou meu pescoço, minha boca e deu aquele sorriso que me fascina. Então, Pedi a ela permissão para beber e gentilmente ela foi buscar algo para mim enquanto eu a aguardava sentada no puff.
- Ola! Tudo bem? - uma voz masculina soou ao meu ouvido.
- Oi! - respondi enquanto olhava o rapaz.
Breno pegou em minha mão, e beijando meu rosto se apresentou, seu tipo físico era encantador, alem de seus olhos castanhos e sua boca rosada. Quando eu lhe disse que estava acompanhada, me elogiou e educadamente se retirou, alguns segundos depois Keddy chegou com a bebida.
- Ta tudo bem?
- Sim, está.
- Parece nervosa.
- eu? Nao, não... eu to legal.
De fato eu estava nervosa, confesso que fiquei tremula com aquele beijo no rosto que Breno me deu, de certa forma ele era atraente mas continuamos nossa noite, bebi um pouco, dançamos mais e prosseguimos ate que chegou a hora de irmos para casa.
Ao chegarmos, Keddy me abraçou por trás e mordeu minha orelha, eu me sai de seus braços e caminhei em direção ao quarto no que ela novamente me agarrou e me abraçou, deslizou as mãos na minha boceta fazendo pressão por cima da roupa eu mais uma vez me sai e falei que não estava afim. Keddy fechou a cara e pediu que eu tirasse a roupa e me aproximasse dela, mais uma vez eu repeti que não estava afim e que iria dormir.
- Você esta me rejeitando!
- Nao! eu só não estou afim agora, estou com sono.
- Eu sou sua dona! Deveria me obedecer!
- Eu sei - falei isso e revirei os olhos - mas não to afim, por favor!
- Ok! Eu vou procurar quem me satisfaça então!
- você vai o que?
- Vou procurar alguém que faça o que vc não faz!
Aquilo foi como enfiar uma faca em meu coração. Como assim, não acredito que tinha ouvido mesmo aquilo.
- Você não vai fazer isso!
- Aaaaah eu faço!
Keddy pegou as chaves do carro e a carteira, saiu em direção a porta.
- Nao, amor, não vá!
Ela me olhou bem seria e depois se virou novamente, continuou andando. Eu a puxei pela roupa.
- Fica aqui!
- Me solta - falou isso olhando para minha mão na roupa dela e então me empurrou. Nesse momento juro que fiquei extremamente molhada, eu não sabia se aquilo era mais uma das nossas sessões ou se era real, eu não sabia se tudo aquilo era mais um jogo de Keddy para nosso prazer ou se aquilo tava acontecendo verdadeiramente, mas de uma coisa eu tinha certeza: eu estava excitada!
- eu faço o que você quiser, mas não vá, por favor!
- o que eu quiser?
- o que você quiser, eu sou a tua mulher, me deixa ti dar prazer por favor!
- lembrou agora que vc é minha mulher? Va dormir, amanha a gente conversa, você não esta afim e alem disso esta com sono!
- não Keddy! me deixa fazer isso por favor!
Me ajoelhei aos pés dela e abri o zíper da sua calça, minha boceta tava latejando de tao excitada. Keddy me pegou pelo cabelo e me levou para o quarto, eu vou ti ensinar a fazer o seu papel de mulher. Pediu que eu tirasse toda a roupa, então prendeu minhas mãos em seguida vendou meus olhos.
- Hoje eu vou ti ensinar que você não precisa de outras mulheres, assim como você também não precisa de homens. Qual era o nome dele, Shay?
- Nome de quem?
- Do homem que deixou você nervosa. Acha que não percebi que você ficou diferente? Se sentiu atraída por ele? Se arrepiou quando ele beijou seu rosto? O que ele disse ao seu ouvido? Acha que sou cega?
- Amor eu...
- Eu não sou idiota! Sao dez anos de casamento e dois de namoro, acha que não percebo as coisas? Acha que não presto atenção em vc? Assim como vc não precisa de mais ninguém alem de mim, eu não quero e nem preciso de mais ninguém alem de você, afinal, eu tenho mulher pra que?
Keddy saiu do quarto e tudo ficou em um silencio absurdo, vendada e presa eu não sabia o que estava prestes a acontecer foi quando senti uma dor forte em meus seios que me fez gemer de dor, Keddy estava colocando pregadores nos meus seios, senti uma dor tao grande que me contorci, ela não falava absolutamente nada. Então não senti mais a presença dela no quarto, tudo estava em silencio e eu achava que ela não estava presente, aqueles pregadores estavam me incomodando bastante, achei que esse seria o castigo por um tempo mas pra minha surpresa senti uma dor impactante que me deixou muito mais molhada, Keddy havia batido em minhas nádegas com uma palmatoria, depois de novo e de novo assim por cinco vezes.
- Você esta presa pq seu corpo  me pertence, vc esta vendada pq seu desejo me pertence, você esta com pregadores pq a sua dor me pertence. Você esta apanhando pq os seus sentidos me pertencem, Você eh MINHA exclusiva minha, foi feita pra mim!
Passei mais um tempo ali parada quieta, depois de uns minutos ela retornou ao quarto se aproximou de mim  e me beijou, enquanto isso tirava de mim os pregadores, o que me deu um alivio. Me guiou ate a cama e me fez encostar nela, estando Keddy por trás de mim se abaixou e começou a passar a língua na minha boceta, indo e voltando, cima a baixo e acredite: receber uma oral por trás é perfeito!
Eu tava tremendo de prazer naquele oral e ela ainda enfiou dois dedinhos em mim depois de um tempinho eu gozei. Então Keddy, tirou de mim a venda, pegou o step e começou a enfiar em mim sem do nem piedade enquanto me puxava os cabelos. Me fodia com força e eu aguentava tudo aquilo gemendo muito, ela realmente estava muito bruta.
- então você aceitava beijinhos e cantadas na festa, durante minha ausência!
- desculpa Keddy! ain, por favor, mais devagar! - Eu gemia...
Keddy tirou o strap de mim e me fez ajoelhar segurou firme em meu cabelo:
- Chupa, vagabunda!
Eu comecei a chupar devagar, mas ela parece que não gostou muito, enfiava o strap na minha garganta, eu quase vomitava, mas ela não se importava
- Chupa tudo!
Na sequencia Keddy me jogou na cama e ficando por cima de mim começou a me foder com força e um pouco rápido.
- Você tem que dar prazer! É a sua obrigação de esposa e de escrava!
Aos poucos, Keddy foi diminuindo a intensidade ate que parou completamente. Ela me abraçou e ficamos em silencio, respirando e deixando passar aquela sensação de adrenalina. Depois que estávamos mais calmas, Keddy me chamou pra um banho gostoso e depois ficamos agarradinhas na cama com muito carinho.