terça-feira, 29 de setembro de 2015

Ela, Dominadora Capitulo X [Segunda Parte]

Capitulo 10. 


Keddy adorava se sentir como um homem e as vezes isso me irritava, outras vezes eu achava sexy. Depois que ela começou a usar o tal pênis de plastico então, minha nossa, mas nada que o sorriso contagiante dela não resolva. Ela estava de folga e mal começou o dia, eu ainda estava deitada quando ela se levantou, tomou banho e colocou a cinta. veio pra cama e ficando em cima de mim eu sentia o pau encostar nas minhas partes intimas. Nossa bastou isso pra que eu me molhasse toda. Na noite anterior fui dormir frustrada porque esperei que ela me comesse mas ela não o fez, mas pelo jeito agora iria dar certo. Keddy ficou se esfregando em mim por um tempo beijando minha boca e meu pescoço. então ela se deitou e mandou que eu fizesse sexo oral no pau. Eu olhei pra ela não acreditando mais uma vez no que estava ouvindo.
- o que esta esperando? Chupa, vai!
Fiquei calada, totalmente impressionada, mas Ok! Comecei a fazer oral no pau dela enquanto ela me olhava com suas mãos atras da cabeça, bem relaxada. Eu imaginei que apos isso, ela me comeria mas eu estava errada. quando terminei fiquei aguardando a reação dela, mas ela não fez nada, apenas pediu o cafe da manha. Me levantei da cama e antes que eu desse um passo, ela me puxou, passou o dedo em sua própria boceta e o colocou em minha boca
- Olha como vc me deixou!
Nossa, sentir novamente o gostinho dela me fez ganhar parte do meu dia, eu ganharia completamente meu dia se ela me desse estocadas bem fortes, no momento era disso que eu precisava. Ainda que ela não fizesse oral em mim, ainda que ela fosse bruta, ainda que ela me fodesse de um jeito bem malvado, ainda que eu sentisse dor eu estava disposta e necessitando gozar. Eu precisava tanto disso, mas tanto que eu acho que se ela encostasse seus dedos ou seu pau na minha boceta, antes que ela penetrasse eu já iria gozar.
Mais tarde por volta das 11 hora, eu estava concluindo o almoço quando ela me abraçou por trás, levantou meu cabelo e me beijou na nuca, me abraçou encostando seu rosto em meu ombro.
- você é incrivelmente linda e Minha, só minha, toda minha!
Eu já tinha ouvido isso outras vezes, mas essa vez era diferente, pq agora ela falava como senhora absoluta.
Me virou para ela, olhou em meus olhos (o olhos cor de mel dela me faziam ter vontade de mergulhar na imensidão deles, era como uma onda que me arrastava) e me beijou. em seguida me fez ajoelhar e colocou seus dedos em minha boca e os chupei. Keddy alisou meus seios por cima da roupa me atiçando, mas parou por ai e mais uma vez me deixou na mão. eu já estava começando a ficar mal humorada, então fui ao banheiro e iniciei uma masturbação desesperada, o que não funcionou pois Keddy me pegou no flagra.
- Eu não aguento mais, preciso de um orgasmo!
- eu sei e terá um um quando eu achar que merece! - Falou dando um sorriso irônico.
- Por favor me da prazer, ti imploro! - Falei isso me ajoelhando e me agarrando em uma das suas pernas.
E foi então que ela me fez levantar, subi a calcinha e abaixei o vestido, me colocou contra a parede e me beijou enquanto passava a mão nas minhas partes intimas.
- É isso que você ?
balancei a cabeça desesperadamente que sim
- É desse toque que você precisa? - Falou me apertando e empurrando a calcinha para dentro de mim.
- Sim, sim! Me fode! - respondi enlouquecida.
Keddy me levou para o quarto e se sentou na cama, pediu que eu ficasse em pe em sua frente.
- Tire o vestido e de uma rodadinha pra eu ti ver melhor
Obedeci.
- agora tire o sutiã devagar e depois de outra rodadinha pra eu olhar seu corpo.
Ansiedade me consumia, obedeci sem pensar.
- Perfeito! agora tire a calcinha e se vire lentamente para eu poder contemplar seu corpo por inteiro.
Seus olhos passeavam sobre mim e o silencio pairava entre nós.
- Ok! vista-se, não estou com desejo em você agora!
Fiquei de boca aberta. não acredito que ela disse isso. Keddy saiu do quarto, eu me vesti me sentindo sem estrutura. Corri pro espelho " sera se estou gorda?" "sera que estou feia?" " o que ha de errado comigo?" um milhão de pensamentos torturavam minha mente. Ela passou o resto do dia jogando vídeo game e eu passei o resto do dia sem graça.
Quando Keddy falava comigo eu dava respostas curtas, estresse e mal humor reinavam sobre mim. Apos o jantar, ela veio ate mim e me abraçou, quando repousei minha cabeça em seus ombros, chorei, estava no meu limite. Keddy limpou minhas lagrimas e segurou minhas mãos colocando algemas nelas. me deitou sobre a mesa, rasgou minha roupa me deixando totalmente nua e em seguida chupou meus seios e ficou brincando com a minha boceta colocando e tirando o dedinho. Em seguida Keddy saiu e voltou com uma caixinha.
- Então quer dizer que você quer ter um orgasmo?!
- Sim, senhora!
Keddy me abriu as pernas e fez um delicioso sexo oral em mim, enfiando sua língua e movendo ela, passava também pelo meu clitores no que eu não aguentei e gozei em sua boca e assim ela me deu um tapa.
- Mal comecei e você já gozou! Nao me lembro de ter dito que já podia gozar!
- desculpe, não pude conter.
Ela enfiou brutalmente dois dedos em mim, fodendo com força no que eu gemia e mordia meus lábios.
- Nem fiz nada com você ainda!
Keddy me puxou, desci da mesa e em pe ela inclinou meu corpo, abriu minhas pernas e passou um dedinho em meu bumbum.
- não, isso não, por favor! Vai doer!
- Mas você não estava implorando mais cedo pra que eu fodesse você?
- Vai doer, não estou pronta pra isso!
Keddy deu três tapas em meu bumbum e me mandou ser uma boa menina, enfiou devagar dois dedos, me contrai e tomei outros tapas e assim ela começou a dar firmes estocadas, eu gemia. Então ela pegou a cinta, comigo ainda na mesma posição, fodia minha boceta com o pau e o bumbum com os dedos. eu me contorcia, gemia e chamava pelo seu nome. Foi então que veio a cartada final.
Keddy me deitou sobre a mesa tirou algo da caixinha que ela havia trazido, tapou minha boca com uma as mãos e devagar com cuidado foi enfiando o seu pau no meu bumbum. Meus olhos encheram de lagrima, eu fechava as mãos com força, com elas presas eu não podia fazer muita coisa. Ela dava estocadas no meu bumbum e eu tinha vontade de gritar e foi ai que ela começou a usar o objeto que estava em suas mãos. Era um vibrador pequenino que ela colocou sobre meu clitores eu gemi alto. Agora nao dava mais pra conter eu tremia muito e chamava por ela eu tentava a todo custo me soltar das algemas e aquele prazer inundando minha alma e tomando conta do meu corpo. Keddy para completar ainda enfiou dois dedos em minha boceta. Eu sendo estimulada em 3 pontos diferentes do meu corpo tive o mais profundo orgasmo que eu poderia ter. Gozei intensamente e quando tudo acabou ela ainda passou a língua nas minhas partes intimas.
Fiquei tremula e gelada, nem consegui sair sozinha da mesa depois, no que ela me pegou no colo e me levou ao quarto. Achei que tinha acabado, mas depois de uma foda intensa ela disse que ainda faltava algo. ainda faltava ELA.
Keddy pegou o cinto, eu estava absurdamente em êxtase pra implorar por alguma coisa ela me fez ajoelhar e me bateu por eu ter me masturbado e também por ao longo do dia te-la tratado mal com respostas curtas Enquanto ela me batia, pelo espelho eu via a expressão de prazer dela e quando eu gemia de dor, mais ela se entregava a esse prazer. Ao final, conclui com um pouco de oral, no que nem precisei me esforçar muto, assim que minha língua bateu em seu clitores não demorou para que gozasse. Depois disso eu cai na cama e logo peguei no sono exausta.

[continua...]

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Ela, Dominadora IX [Segunda Parte]

Capitulo 9. [Dominação Psicológica - Ânsia por Prazer]


Estávamos em um bar com as amigas de Keddy, o clima estava ótimo, super descontraído mas alguém na mesa da frente estava me incomodando pelo fato de não tirar os olhos da minha esposa. Pra minha surpresa essa tal mulher que estava olhando direto para a minha, teve a cara de pau de ir ate a nossa mesa.
- Oi Keddy, quanto tempo! - Ela cumprimentou.
- Oi, Nara!
- Oi também! sou Chaveirinho esposa de Keddy, o que você quer?
- Oi Chaveirinho! Então, Keddy você lembra da nossa amiga Wanessa?
- Com licença, mas a Keddy não tem nenhuma "amiga" chamada Wanessa. Temos 10 anos de casadas e com certeza eu saberia se ela tivesse uma amiga com esse nome. Mas prossiga.
- Então, eu só queria dizer que a nossa colega Wanessa...
- Agora já são colegas? A um minutos atras eram amigas.
Eu interrompia e cortava de todas as formas, não estava gostando daquela mulher, não gostava do jeito que ela olhava pra Keddy enquanto falava, eu estava fervendo de ciumes.
- Keddy a Wanessa esta no hospital e ninguém foi la visita-la.
- Lamento pela Wanessa, mas infelizmente ela não tem amigos e vai ter que se recuperar sozinha.
Me intrometi mais uma vez, as amigas de Keddy estavam nos olhando e minha esposa encostou perto de mim e sussurrou em meu ouvido: "vamos conversar?" E me beijou no rosto. Pediu licença e fomos ao banheiro, chegando la discutimos:
- Chaves você esta me envergonhando, poxa. Eu tenho amigos, tenho vida social.
- Você tem vergonha de mim?
- Não é isso, é que não precisa você agir dessa forma com ela.
- Então alem de sentir vergonha de mim, você defende ela?
Falei isso e a empurrei, de imediato ela me bateu e assim Keddy fez eu me "acalmar" com alguns tapas.
- Nao estou defendendo ninguém! Para com isso, estamos em publico! Vamos voltar pra la, recomponha-se. Põe um sorriso nesse rosto e comporte-se, escrava!
Ela me chamou de escrava e me beijou na boca. Nossa, confesso fiquei excitada.
- Se fizer qualquer coisa, você me paga!
Me alertou e voltamos pra mesa.
- Então Nara, ela esta doente de que?
- Câncer. Então pensei que eu e você pudéssemos visita-la. O que acha?
- A Keddy não vai a lugar algum! Ja disse e repito ela vai ter que se recuperar sozinha.
- Olha amiga, você não precisa ser ignorante.
- não sou sua amiga e a Keddy muito menos.
- Você é muito petulante!
- Interprete como quiser!
- Olha meu bem...
- Nao sou seu bem, não sou sua amiga, não sou nada sua.
- Olha eu ti jogo esse copo de cerveja.
- Joga não, eu que jogo! - Splash!
Joguei a cerveja nela e ela revidou me empurrando, as coisas estavam saindo do controle e dai Keddy se meteu.
- Você já deu seu recado, Nara. De fato nem lembro quem é Wanessa. Minha esposa pode ser grossa, ciumenta, pode ser o que for, mas aconteça o que acontecer eu vou protege-la sempre e você não vai encostar nela, ate porque se isso acontecer eu viro sua cara ao contrario!

***
Depois do episodio eu estava dando um leve sorriso no caminho pra casa, louca para que ela me dominasse, queria estar em sua posse. Keddy me olhava e parecia entender que no fundo eu estava gostando da situação e apesar dos tapas no banheiro, eu queria ser disciplinada.
Eu não estava contendo minha ansiedade dentro daquele carro, coração a mil. Chegamos em casa ela tirou a roupa ficando apenas de sutiã e calcinha. Pediu que eu ajoelhasse e esperasse por ela, buscou uma taça de vinho. Caminhou um pouco pelo quarto e depois se aproximou de mim e me deu um tapa tao forte que fiquei desestabilizada. uau! o ardor daquele tapa me fez molhar instantaneamente e eu já estava pronta para mais uma transa louca. Depois que perdi a virgindade, ela transou comigo alguns dias sem me dominar, apenas fazíamos amor loucamente como duas apaixonadas. Eu já estava me acostumando com aquele pau dentro de mim, minha boceta estava se habituando ao tamanho dele, mas claro que as vezes ela me fodia usando seus dedos e eu adorava. Enfim, voltando ao assunto ela me deu mais alguns tapas pela desobediência e pediu que eu beijasse seus pés, eu obedeci e pedi desculpa. Então ela se sentou na cama e pediu que eu me aproximasse mas permanecesse de joelhos.
- Quero que você lamba meus chinelos e os deixe bem limpinhos, afinal é com eles que você vai apanhar mais tarde.
Tentei retrucar explicando que ela já havia me batido e eu tinha pedido desculpas pelo que fiz. Ela levantou as sobrancelhas e mais uma vez calmamente repetiu a ordem e ficou aguardando minha obediência. Keddy não costumava gritar comigo, apenas falava com uma boa entonação e seu tom de voz sexy me deixava com vontade de me entregar. Eu já havia experimentado coisas novas e estava ansiosa para ser fodida, eu realmente estava viciada então obedeci de uma vez. Passei a língua primeiro nas laterais e depois na sola. Eu lambia e olhava pra ela esperando que ela me mandasse parar, mas Keddy elegantemente me olhava e bebia seu vinho. Fiz isso nas duas chinelas direita e esquerda, dai ela deu aquele sorriso que eu amor e mandou que eu lambesse seus pés.
Pra quem já fez isso em um chinelo, fazer nos pés era menos constrangedor. Mas antes que eu pudesse tocar a língua em seus pezinhos ela me puxou e deitou-me sobre sua perna, pegou a chinela que ha pouco eu tinha lambido e conferiu se eu tinha feito direitinho, daí então me bateu no bumbum ate ficar totalmente vermelho e ardido com as marquinhas da sola. Eu estava tremendo um pouco e ai ela ordenou que eu me ajoelhasse e começasse o processo de venerar seus pés. Confesso que esperei que depois de apanhar, ela enfiasse seus dedos em mim como da ultima vez, mas enfim comecei beijando devagar e em seguida lambi os dedos e os chupei um a um. Passei a língua entre eles e desci lambendo ate o calcanhar, massageava seus pés com minhas mãos e voltava a passar a língua. Quando finalmente acabei estava pronta para ser fodida com força pela minha dona e foi ai que veio a surpresa. Keddy se levantou e tirou a calcinha, a principio estranhei pois ela geralmente não tirava a roupa quando transávamos. Ok, meu psicológico já estava acostumado à ideia de que eu iria ver coisas novas, que agora era uma Keddy diferente, não só minha esposa, mas também minha dona.
- Me chupa
- Como assim? (não acredito, sera que fui traída pela minha audição?)
- ME CHUPA
Repetiu em tom autoritário. Ela nunca me deixava toca-la, sempre falava que não gostava. em 10 anos jamais a toquei. Keddy se deitou e eu me aproximei. Comecei beijando e passando a língua devagar aos poucos comecei a cair na real e me empolgar. Nossa que delicia! Keddy gozou na minha boca, me preparei para fode-la mas isso ela não permitiu.
Parece que meu trabalho havia acabado. Apanhei, lambi chinelo, venerei pés, fiz sexo oral então agora eu aguardava a recompensa, finalmente ela iria me comer mas ela apenas tomou banho e se vestiu. Deitou-se e se preparou para dormir.
Caralho como assim? e eu? Quero ter orgasmo! quero gozar, não acredito que ela iria dormir. Perguntei se ela não iria me comer, mas respondeu que tivemos um longo dia e precisávamos descansar.

[Continua]
                                                          

Ela, Dominadora VIII [Segunda Parte]

Capitulo 8. A iniciação

Eu estava ansiosa para a minha iniciação. Samantha não conseguiu uma justificativa plausível para demitir Keddy, então ficou tudo bem. Achei que ela logo iria me apresentar o mundo sadomasoquista dela e eu estava eufórica. Sempre que Keddy chegava em casa eu ficava aguardando a reação dela, mas ela simplesmente me dava alguns beijos e dormia. Isso durou algum tempo e eu já estava começando a achar que ela não iria agir como minha dona, mas apenas como esposa, pensava que ela poderia estar com vergonha agora que havia me contado seu segredo ou mesmo que ela realmente não me via como submissa e por isso não me procurava. Ja estava batendo desespero e a curiosidade era maior que tudo, entretanto eu não dizia nada, não queria pressiona-la.
Uma das primeiras coisas que aprendi sobre submissão é que a outra pessoa esta no controle de tudo: sua segurança, integridade, suas roupas, ate mesmo seu orgasmo. Aprendi que um dominador faz as coisas ao seu tempo e não quando queremos. Eu estava louca de ansiedade para minha iniciação, quando na verdade ela já havia começado e assim aprendi na pratica a primeira lição. Duas semanas depois que Keddy me confessou sobre seu lado dominador, ela me ligou do trabalho avisando que iria para o treino em seguida e pediu para que eu levasse suas meias que havia esquecido. Nao foi bem um convite era mais uma prestação de favores, mas eu estava feliz em poder ir ver meu amor treinar, ha um bom  tempo isso não acontecia, geralmente ela levava Santiago. 
Na hora marcada, eu fui. Entrei no vestiário e lhe entreguei as meias, Keddy me puxou para o fundo entre alguns armários e me encostando em um deles me deu um daqueles beijos de tirar o folego. Fiquei surpresa pois ela era muito reservada e não costumava fazer isso em publico, é certo que estávamos distantes do pessoal, mas qualquer um poderia chegar e ver. Ela me elogiou e eu a abracei bem forte desejando um bom treino, mas antes que saísse ela sussurrou em meu ouvido: - em casa você me paga.
Oh céus, o que ela quis dizer com 'me paga'? Estaria falando como minha dona ou tendo recaídas de velhas atitudes? Fiquei tremula. Nao parava de pensar no que eu podia ter feito e o treino parecia nunca acabar enquanto essa duvida estava me matando. Finalmente fomos pra casa, entramos e ela bruscamente encostou em mim para colocar o cinto, gelei e meu coração quase saiu pela boca, então prosseguimos. Entrei em casa primeiro, e ela logo em atras de mim, me puxou e segurou firme meu cabelo de modo que eu nem conseguia mover o pescoço e me beijou, chutou a porta atras dela para que se fechasse sem interromper o beijo e foi andando comigo ate o sofá enquanto nossas línguas duelavam entre si. Ela se sentou e me puxou, me deitou de bruços em seu colo, levantou minha roupa e abaixou minha calcinha. Começou a dar tapas em meu bumbum, eu gemi algumas vezes (ela tem as mãos grandes e pesadas) e ela então explicou que estava me disciplinando por ter ido com um vestido tão curto ao treino dela, disse que todos ficaram me olhando e que embora eu tivesse sensual, ela estava com ciumes. Falou que ficou extremamente excitada ao me ver naquela roupa e que nem gostava de imaginar o que significava o olhar das pessoas em minha direção. Me bateu ate que meu bumbum estivesse bem vermelho e ardendo bastante e comigo ainda nessa posição enfiou um dedo em minha boceta molhadinha. 
O nervosismo que ela me provocava me excitava, o suspense o som dos estralos, adrenalina, a curiosidade me deixavam completamente pronta para satisfaze-la. Me disse que eu ajoelhasse e pedisse desculpas e assim fiz. Me pediu para colocar o jantar e disse que apos ele iria me mostrar algo que havia comprado. Fez todo um suspense e avisou que eu precisava expandir os horizontes. Dentro da embalagem havia um pau de plastico desses de sexy shop e confesso que levei um susto. Embora tivéssemos transado varias vezes usando os dedos e a língua, eu ainda era fisiologicamente virgem e Keddy sabia disso.
- Ora vamos escravinha não se acanhe! Nao precisa se envergonhar, temos intimidade suficiente
- Mas Keddy eu...
Ela me olhou levantando as sobrancelhas e então corrigi: - Senhora Keddy eu não sei se estou pronta.
Ela me abraçou e me consolou, conversamos e ela me deixou totalmente a vontade e então acabei cedendo. Eu ainda estava usando o vestido, estávamos sentadas no meio da cama e ela começou beijando meu pescoço, lambendo e me fazendo arrepiar. Naquele momento, entendi que uma relação BDSM também significa inovação, Keddy passava a língua no meu ouvido enquanto tirava aos poucos meu vestido afastando as alças.
- não precisa ter medo, não vou machucar você. Deixa meu lado dominador te possuir.
- Promete que vai cuidar de mim?
- Prometo! Agora me deixe tomar você para mim, minha submissa!
Tirou minha roupa deixando-me apenas de sutiã e calcinha. Beijava meus lábios intensamente enquanto passava a mão entre minhas pernas fazendo pressão. Keddy abaixou meu sutiã e enquanto chupava meus seios me tocou por cima da calcinha e empurrou o pano pra dentro da pele que a essa altura já estava molhada. 
Mesmo com tanto tempo de relacionamento, eu ainda sentia  meu corpo vibrar aos toques dela, por vezes ate o simples ato de me abraçar e beijar fazia minha boceta dar contrações, mesmo depois de alguns anos ainda eramos intensas. Keddy acabou de tirar minha roupa por completo e preparou o pau de borracha eu estava tensa e excitada ao mesmo tempo. Ela se deitou por cima de mim com ele na sua cintura e o esfregava em minha boceta achei que ela iria meter ali mesmo naquela posição, mas me pediu que eu ficasse de quatro, obedeci e ela enfiou um dedo em mim enquanto beijava meu bumbum. ainda chegou a me dar umas palmadas e se posicionou para usar o pau, fechei os olhos e retesei o corpo imaginando como seria aquilo dentro de mim e me preparei para a penetração mas novamente senti ela esfregando seu pau no meu clitores, respirei. Dai ela pegou em minhas pernas e me puxou de modo que fiquei deitada de bruços, pediu que eu não me movesse e aguardasse um instante. Foi quando senti algo molhar minhas costas, Keddy espalhou por toda extensão da coluna calda de chocolate e começou a lamber e chupar, caralho ela estava tocando meu ponto fraco. Encostou mais uma vez seu pau em minha boceta enquanto passava a língua na minha pele, eu me contorcia de prazer daí ela me virou de lado, eu estava absolutamente molhada, passou a língua em meu ouvido enquanto esfregava seu "pênis" em mim e então começou a introduzir quando sentiu que eu estava relaxada e pronta. A principio eu gemi e apertei o lençol, ela continuava passando a língua em meu ouvido enquanto terminava de me penetrar por completo. Devagar movia aquele pau dentro de mim tirando minha virgindade de vez. Quando eu já estava mais a vontade, Keddy me fodia um pouco mais forte agora na posição papai-mamãe. Ficou me fodendo por um tempo e depois fez um carinhoso sexo oral em mim ate que eu gozasse em sua boca.
- Bem vinda ao meu mundo que agora também sera seu. A partir de hoje, seu prazer me pertence e serás minha submissa.
Como toda menina que acabou de perder a virgindade, eu estava um pouco tímida e a primeira atitude que tive foi me cobrir com o lençol, mas Keddy delicadamente puxou o lençol e disse que eu não precisava ter vergonha de nada. É, eu sei que já tínhamos bastante intimidade, mas agora era diferente, meu corpo estava diferente e minhas sensações também. Keddy disse que eu nunca deveria me envergonhar do meu corpo, sentimentos e sempre deveria falar tudo a ela caso eu não estivesse a vontade.
Assim a terceira lição que aprendi foi que numa relação BDSM, o casal sempre conversa e não escondem nada um do outro, que a submissa tem total liberdade de comunicar ao seu dominador  o que estiver lhe incomodando e vice-versa. entendi que o prazer sera sempre de ambos independente do que aconteça e que o ato de dominar não é se impor, mas sim fazer com que a submissa deseje se entregar. Keddy me passava uma confiança tao grande que eu desejava estar sob seu domínio.