sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Ela, Dominadora VIII [Segunda Parte]

Capitulo 8. A iniciação

Eu estava ansiosa para a minha iniciação. Samantha não conseguiu uma justificativa plausível para demitir Keddy, então ficou tudo bem. Achei que ela logo iria me apresentar o mundo sadomasoquista dela e eu estava eufórica. Sempre que Keddy chegava em casa eu ficava aguardando a reação dela, mas ela simplesmente me dava alguns beijos e dormia. Isso durou algum tempo e eu já estava começando a achar que ela não iria agir como minha dona, mas apenas como esposa, pensava que ela poderia estar com vergonha agora que havia me contado seu segredo ou mesmo que ela realmente não me via como submissa e por isso não me procurava. Ja estava batendo desespero e a curiosidade era maior que tudo, entretanto eu não dizia nada, não queria pressiona-la.
Uma das primeiras coisas que aprendi sobre submissão é que a outra pessoa esta no controle de tudo: sua segurança, integridade, suas roupas, ate mesmo seu orgasmo. Aprendi que um dominador faz as coisas ao seu tempo e não quando queremos. Eu estava louca de ansiedade para minha iniciação, quando na verdade ela já havia começado e assim aprendi na pratica a primeira lição. Duas semanas depois que Keddy me confessou sobre seu lado dominador, ela me ligou do trabalho avisando que iria para o treino em seguida e pediu para que eu levasse suas meias que havia esquecido. Nao foi bem um convite era mais uma prestação de favores, mas eu estava feliz em poder ir ver meu amor treinar, ha um bom  tempo isso não acontecia, geralmente ela levava Santiago. 
Na hora marcada, eu fui. Entrei no vestiário e lhe entreguei as meias, Keddy me puxou para o fundo entre alguns armários e me encostando em um deles me deu um daqueles beijos de tirar o folego. Fiquei surpresa pois ela era muito reservada e não costumava fazer isso em publico, é certo que estávamos distantes do pessoal, mas qualquer um poderia chegar e ver. Ela me elogiou e eu a abracei bem forte desejando um bom treino, mas antes que saísse ela sussurrou em meu ouvido: - em casa você me paga.
Oh céus, o que ela quis dizer com 'me paga'? Estaria falando como minha dona ou tendo recaídas de velhas atitudes? Fiquei tremula. Nao parava de pensar no que eu podia ter feito e o treino parecia nunca acabar enquanto essa duvida estava me matando. Finalmente fomos pra casa, entramos e ela bruscamente encostou em mim para colocar o cinto, gelei e meu coração quase saiu pela boca, então prosseguimos. Entrei em casa primeiro, e ela logo em atras de mim, me puxou e segurou firme meu cabelo de modo que eu nem conseguia mover o pescoço e me beijou, chutou a porta atras dela para que se fechasse sem interromper o beijo e foi andando comigo ate o sofá enquanto nossas línguas duelavam entre si. Ela se sentou e me puxou, me deitou de bruços em seu colo, levantou minha roupa e abaixou minha calcinha. Começou a dar tapas em meu bumbum, eu gemi algumas vezes (ela tem as mãos grandes e pesadas) e ela então explicou que estava me disciplinando por ter ido com um vestido tão curto ao treino dela, disse que todos ficaram me olhando e que embora eu tivesse sensual, ela estava com ciumes. Falou que ficou extremamente excitada ao me ver naquela roupa e que nem gostava de imaginar o que significava o olhar das pessoas em minha direção. Me bateu ate que meu bumbum estivesse bem vermelho e ardendo bastante e comigo ainda nessa posição enfiou um dedo em minha boceta molhadinha. 
O nervosismo que ela me provocava me excitava, o suspense o som dos estralos, adrenalina, a curiosidade me deixavam completamente pronta para satisfaze-la. Me disse que eu ajoelhasse e pedisse desculpas e assim fiz. Me pediu para colocar o jantar e disse que apos ele iria me mostrar algo que havia comprado. Fez todo um suspense e avisou que eu precisava expandir os horizontes. Dentro da embalagem havia um pau de plastico desses de sexy shop e confesso que levei um susto. Embora tivéssemos transado varias vezes usando os dedos e a língua, eu ainda era fisiologicamente virgem e Keddy sabia disso.
- Ora vamos escravinha não se acanhe! Nao precisa se envergonhar, temos intimidade suficiente
- Mas Keddy eu...
Ela me olhou levantando as sobrancelhas e então corrigi: - Senhora Keddy eu não sei se estou pronta.
Ela me abraçou e me consolou, conversamos e ela me deixou totalmente a vontade e então acabei cedendo. Eu ainda estava usando o vestido, estávamos sentadas no meio da cama e ela começou beijando meu pescoço, lambendo e me fazendo arrepiar. Naquele momento, entendi que uma relação BDSM também significa inovação, Keddy passava a língua no meu ouvido enquanto tirava aos poucos meu vestido afastando as alças.
- não precisa ter medo, não vou machucar você. Deixa meu lado dominador te possuir.
- Promete que vai cuidar de mim?
- Prometo! Agora me deixe tomar você para mim, minha submissa!
Tirou minha roupa deixando-me apenas de sutiã e calcinha. Beijava meus lábios intensamente enquanto passava a mão entre minhas pernas fazendo pressão. Keddy abaixou meu sutiã e enquanto chupava meus seios me tocou por cima da calcinha e empurrou o pano pra dentro da pele que a essa altura já estava molhada. 
Mesmo com tanto tempo de relacionamento, eu ainda sentia  meu corpo vibrar aos toques dela, por vezes ate o simples ato de me abraçar e beijar fazia minha boceta dar contrações, mesmo depois de alguns anos ainda eramos intensas. Keddy acabou de tirar minha roupa por completo e preparou o pau de borracha eu estava tensa e excitada ao mesmo tempo. Ela se deitou por cima de mim com ele na sua cintura e o esfregava em minha boceta achei que ela iria meter ali mesmo naquela posição, mas me pediu que eu ficasse de quatro, obedeci e ela enfiou um dedo em mim enquanto beijava meu bumbum. ainda chegou a me dar umas palmadas e se posicionou para usar o pau, fechei os olhos e retesei o corpo imaginando como seria aquilo dentro de mim e me preparei para a penetração mas novamente senti ela esfregando seu pau no meu clitores, respirei. Dai ela pegou em minhas pernas e me puxou de modo que fiquei deitada de bruços, pediu que eu não me movesse e aguardasse um instante. Foi quando senti algo molhar minhas costas, Keddy espalhou por toda extensão da coluna calda de chocolate e começou a lamber e chupar, caralho ela estava tocando meu ponto fraco. Encostou mais uma vez seu pau em minha boceta enquanto passava a língua na minha pele, eu me contorcia de prazer daí ela me virou de lado, eu estava absolutamente molhada, passou a língua em meu ouvido enquanto esfregava seu "pênis" em mim e então começou a introduzir quando sentiu que eu estava relaxada e pronta. A principio eu gemi e apertei o lençol, ela continuava passando a língua em meu ouvido enquanto terminava de me penetrar por completo. Devagar movia aquele pau dentro de mim tirando minha virgindade de vez. Quando eu já estava mais a vontade, Keddy me fodia um pouco mais forte agora na posição papai-mamãe. Ficou me fodendo por um tempo e depois fez um carinhoso sexo oral em mim ate que eu gozasse em sua boca.
- Bem vinda ao meu mundo que agora também sera seu. A partir de hoje, seu prazer me pertence e serás minha submissa.
Como toda menina que acabou de perder a virgindade, eu estava um pouco tímida e a primeira atitude que tive foi me cobrir com o lençol, mas Keddy delicadamente puxou o lençol e disse que eu não precisava ter vergonha de nada. É, eu sei que já tínhamos bastante intimidade, mas agora era diferente, meu corpo estava diferente e minhas sensações também. Keddy disse que eu nunca deveria me envergonhar do meu corpo, sentimentos e sempre deveria falar tudo a ela caso eu não estivesse a vontade.
Assim a terceira lição que aprendi foi que numa relação BDSM, o casal sempre conversa e não escondem nada um do outro, que a submissa tem total liberdade de comunicar ao seu dominador  o que estiver lhe incomodando e vice-versa. entendi que o prazer sera sempre de ambos independente do que aconteça e que o ato de dominar não é se impor, mas sim fazer com que a submissa deseje se entregar. Keddy me passava uma confiança tao grande que eu desejava estar sob seu domínio.


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