sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Ela, Dominadora IX [Segunda Parte]

Capitulo 9. [Dominação Psicológica - Ânsia por Prazer]


Estávamos em um bar com as amigas de Keddy, o clima estava ótimo, super descontraído mas alguém na mesa da frente estava me incomodando pelo fato de não tirar os olhos da minha esposa. Pra minha surpresa essa tal mulher que estava olhando direto para a minha, teve a cara de pau de ir ate a nossa mesa.
- Oi Keddy, quanto tempo! - Ela cumprimentou.
- Oi, Nara!
- Oi também! sou Chaveirinho esposa de Keddy, o que você quer?
- Oi Chaveirinho! Então, Keddy você lembra da nossa amiga Wanessa?
- Com licença, mas a Keddy não tem nenhuma "amiga" chamada Wanessa. Temos 10 anos de casadas e com certeza eu saberia se ela tivesse uma amiga com esse nome. Mas prossiga.
- Então, eu só queria dizer que a nossa colega Wanessa...
- Agora já são colegas? A um minutos atras eram amigas.
Eu interrompia e cortava de todas as formas, não estava gostando daquela mulher, não gostava do jeito que ela olhava pra Keddy enquanto falava, eu estava fervendo de ciumes.
- Keddy a Wanessa esta no hospital e ninguém foi la visita-la.
- Lamento pela Wanessa, mas infelizmente ela não tem amigos e vai ter que se recuperar sozinha.
Me intrometi mais uma vez, as amigas de Keddy estavam nos olhando e minha esposa encostou perto de mim e sussurrou em meu ouvido: "vamos conversar?" E me beijou no rosto. Pediu licença e fomos ao banheiro, chegando la discutimos:
- Chaves você esta me envergonhando, poxa. Eu tenho amigos, tenho vida social.
- Você tem vergonha de mim?
- Não é isso, é que não precisa você agir dessa forma com ela.
- Então alem de sentir vergonha de mim, você defende ela?
Falei isso e a empurrei, de imediato ela me bateu e assim Keddy fez eu me "acalmar" com alguns tapas.
- Nao estou defendendo ninguém! Para com isso, estamos em publico! Vamos voltar pra la, recomponha-se. Põe um sorriso nesse rosto e comporte-se, escrava!
Ela me chamou de escrava e me beijou na boca. Nossa, confesso fiquei excitada.
- Se fizer qualquer coisa, você me paga!
Me alertou e voltamos pra mesa.
- Então Nara, ela esta doente de que?
- Câncer. Então pensei que eu e você pudéssemos visita-la. O que acha?
- A Keddy não vai a lugar algum! Ja disse e repito ela vai ter que se recuperar sozinha.
- Olha amiga, você não precisa ser ignorante.
- não sou sua amiga e a Keddy muito menos.
- Você é muito petulante!
- Interprete como quiser!
- Olha meu bem...
- Nao sou seu bem, não sou sua amiga, não sou nada sua.
- Olha eu ti jogo esse copo de cerveja.
- Joga não, eu que jogo! - Splash!
Joguei a cerveja nela e ela revidou me empurrando, as coisas estavam saindo do controle e dai Keddy se meteu.
- Você já deu seu recado, Nara. De fato nem lembro quem é Wanessa. Minha esposa pode ser grossa, ciumenta, pode ser o que for, mas aconteça o que acontecer eu vou protege-la sempre e você não vai encostar nela, ate porque se isso acontecer eu viro sua cara ao contrario!

***
Depois do episodio eu estava dando um leve sorriso no caminho pra casa, louca para que ela me dominasse, queria estar em sua posse. Keddy me olhava e parecia entender que no fundo eu estava gostando da situação e apesar dos tapas no banheiro, eu queria ser disciplinada.
Eu não estava contendo minha ansiedade dentro daquele carro, coração a mil. Chegamos em casa ela tirou a roupa ficando apenas de sutiã e calcinha. Pediu que eu ajoelhasse e esperasse por ela, buscou uma taça de vinho. Caminhou um pouco pelo quarto e depois se aproximou de mim e me deu um tapa tao forte que fiquei desestabilizada. uau! o ardor daquele tapa me fez molhar instantaneamente e eu já estava pronta para mais uma transa louca. Depois que perdi a virgindade, ela transou comigo alguns dias sem me dominar, apenas fazíamos amor loucamente como duas apaixonadas. Eu já estava me acostumando com aquele pau dentro de mim, minha boceta estava se habituando ao tamanho dele, mas claro que as vezes ela me fodia usando seus dedos e eu adorava. Enfim, voltando ao assunto ela me deu mais alguns tapas pela desobediência e pediu que eu beijasse seus pés, eu obedeci e pedi desculpa. Então ela se sentou na cama e pediu que eu me aproximasse mas permanecesse de joelhos.
- Quero que você lamba meus chinelos e os deixe bem limpinhos, afinal é com eles que você vai apanhar mais tarde.
Tentei retrucar explicando que ela já havia me batido e eu tinha pedido desculpas pelo que fiz. Ela levantou as sobrancelhas e mais uma vez calmamente repetiu a ordem e ficou aguardando minha obediência. Keddy não costumava gritar comigo, apenas falava com uma boa entonação e seu tom de voz sexy me deixava com vontade de me entregar. Eu já havia experimentado coisas novas e estava ansiosa para ser fodida, eu realmente estava viciada então obedeci de uma vez. Passei a língua primeiro nas laterais e depois na sola. Eu lambia e olhava pra ela esperando que ela me mandasse parar, mas Keddy elegantemente me olhava e bebia seu vinho. Fiz isso nas duas chinelas direita e esquerda, dai ela deu aquele sorriso que eu amor e mandou que eu lambesse seus pés.
Pra quem já fez isso em um chinelo, fazer nos pés era menos constrangedor. Mas antes que eu pudesse tocar a língua em seus pezinhos ela me puxou e deitou-me sobre sua perna, pegou a chinela que ha pouco eu tinha lambido e conferiu se eu tinha feito direitinho, daí então me bateu no bumbum ate ficar totalmente vermelho e ardido com as marquinhas da sola. Eu estava tremendo um pouco e ai ela ordenou que eu me ajoelhasse e começasse o processo de venerar seus pés. Confesso que esperei que depois de apanhar, ela enfiasse seus dedos em mim como da ultima vez, mas enfim comecei beijando devagar e em seguida lambi os dedos e os chupei um a um. Passei a língua entre eles e desci lambendo ate o calcanhar, massageava seus pés com minhas mãos e voltava a passar a língua. Quando finalmente acabei estava pronta para ser fodida com força pela minha dona e foi ai que veio a surpresa. Keddy se levantou e tirou a calcinha, a principio estranhei pois ela geralmente não tirava a roupa quando transávamos. Ok, meu psicológico já estava acostumado à ideia de que eu iria ver coisas novas, que agora era uma Keddy diferente, não só minha esposa, mas também minha dona.
- Me chupa
- Como assim? (não acredito, sera que fui traída pela minha audição?)
- ME CHUPA
Repetiu em tom autoritário. Ela nunca me deixava toca-la, sempre falava que não gostava. em 10 anos jamais a toquei. Keddy se deitou e eu me aproximei. Comecei beijando e passando a língua devagar aos poucos comecei a cair na real e me empolgar. Nossa que delicia! Keddy gozou na minha boca, me preparei para fode-la mas isso ela não permitiu.
Parece que meu trabalho havia acabado. Apanhei, lambi chinelo, venerei pés, fiz sexo oral então agora eu aguardava a recompensa, finalmente ela iria me comer mas ela apenas tomou banho e se vestiu. Deitou-se e se preparou para dormir.
Caralho como assim? e eu? Quero ter orgasmo! quero gozar, não acredito que ela iria dormir. Perguntei se ela não iria me comer, mas respondeu que tivemos um longo dia e precisávamos descansar.

[Continua]
                                                          

Nenhum comentário:

Postar um comentário