segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Ela, Dominadora. Capitulo XI [Segunda Parte]

Capitulo 11.


Depois do sucesso do vibrador, eu estava adorando nossa nova fase. Claro, eu trabalhava, cuidava do meu filho, Keddy também trabalhava, tínhamos nossa vida social, familiar, profissional, mas o ingrediente surpresa era esse paralelo onde nossa relação se tornava totalmente diferente e interessante. Eu sempre ouvia as pessoas falando que seus namoros ou casamentos era um ciuminho, briguinha, sexozinho arroz-com-feijão, maridos gordos que só pensam em futebol, mulheres que deixaram de se cuidar, as mesmas coisas de sempre e eu tinha que disfarçar enquanto meu casamento era repleto de emoções, adrenalina, muito amor e orgasmo, alem de que mesmo com dez anos de convivência não relaxávamos na aparência, tanto eu como Keddy tínhamos nossos abdomens trincados, corpo de atleta.
Santiago estava finalmente de ferias e mandamos ele para uma viagem na casa dos pais de Keddy em Fortaleza. Ja falei anteriormente o quanto ela era ciumenta, mas dessa vez ela realmente estava com raiva. Saí de casa dizendo que ia treinar ( sim, também sou atleta. Não de futebol, mas de Rugby), mas na verdade eu havia ido para outro lugar. Quando cheguei em casa vi alguns copos na sala e uma garrafa de Whisky, ate pensei que havia mais alguém na casa, mas Keddy havia bebido sozinha. Chamei por ela, a procurei pelos cômodos  e cheguei a pensar que ela havia saído,  quando ouvi seu celular tocar no escritório e fui ate la. E la estava ela, sentada olhando pra janela, seu celular tocava insistentemente.
- Amor, você não vai atender?
Sem resposta, ela apenas me olhou. Me aproximei para abraça-la mas ela me evitou.
- Onde você estava?
Tremi na base. Tudo se complica quando você não sabe se fala a verdade ou sustenta a mentira.
- Amor seu celular ta tocando
- FODA-SE! Você disse que ia treinar, pra onde você foi?
- Ok, eu não fui treinar, senhora Keddy!
- Disso eu sei. Você esqueceu a chuteira, fui levar pra você, mas não estava la. Fiquei aguardando, mas você não apareceu, agora responda pra onde foi e porque mentiu.
- Senhora Keddy eu fui ao shopping com a Grazzy, pegamos um cinema e lanchamos.
- Puta que pariu, porque não me avisou? Fiquei la que nem otária esperando você, todo mundo me olhando. Você mentiu pra mim, sabe o quanto eu odeio isso!
 Falou isso enquanto derrubava tudo de cima da mesa. Silencio reinou entre nos.
- Vou apanhar por isso?
- Nao. Vou sair, caminhar um pouco. Fique em casa.
- Onde você vai?
- Na praça.
- Na praça?
- Sim, ao contrario de você eu não minto!
Quando ela saiu, limpei toda a bagunça e aos poucos a ficha foi caindo. Fiquei deitada na cama e a sensação de culpa, de remorso pesava sobre minha cabeça, imaginei uma maneira de pedir desculpas, mas nada aliviava aquela sensação. Quando Keddy chegou, se deitou ao meu lado e ficou quieta.
- Senhora...
- Sim
- Quero me desculpar, mas não sei como... estou triste, me arrependo tanto...
- Reconhecer que errou é o primeiro passo, Chaves. E me chame de Keddy ou amor, nesse momento não sou sua dona, mas sua esposa. Você me magoou como mulher e não como dona, não confunda as coisas. Olhe para mim
- Nao posso, estou com vergonha.
- Nao precisa ter vergonha.
- Me perdoa, eu me sinto tao mal. Eu agi de forma tao idiota. É que pensei que você não iria me deixar ir e eu queria tanto ir, eu deveria ter pelo menos tentado ti falar, mas... ah poxa me perdoa eu não sei o que dizer e nem o que fazer, mas eu to muito arrependida, muito mesmo!
- tudo bem, chaves. Eu ti amo, esta desculpada, mas não faça mais isso. Isso machuca, eu nunca menti pra você. Agora quero que você conheça mais sobre o BDSM, amplie seus horizontes. Também queria fazer alguns testes com você, ti levar ao seu limite.
- Como assim?
- Você descobrira em breve, meu anjo
Seu celular voltou a tocar. Ela atendeu: "fala cara! Ta tudo certo ate agora, mais tarde ti ligo pra confirmar, ate mais."
Desligou. Me beijou e me fez carinho. Keddy pediu que eu me arrumasse pra sairmos e me levou a uma feira BDSM. La, tinha uma multidão de pessoas, com roupas e fantasias de todos os tipos, alguns usavam mascaras, vi alguns PetPlays que são pessoas caracterizadas de animais (cachorro, raposa, gatinho, coelhinho, lobinhas, etc), também vi AgePlays que é quando o sub finge ter uma idade e o dominador uma outra idade, vi pessoas usando uns colares diferentes chamados popularmente de coleira. Keddy me explicou que a coleira é absolutamente normal no meio BDSM e simboliza o contrato com aquela pessoa, é como se fosse uma aliança. Keddy comprou alguns acessórios como plugs, chicotes, entre outros, também vi alguns podolatras e fiquei impressionada. Quando saímos de la fomos a uma lanchonete por volta das 18 horas. Eu estava fascinada com tudo que vi, no mundo BDSM a imaginação não tem limite e as pessoas fazem tudo para o seu prazer sem medo. Então fomos pra casa. Mais uma vez, alguém estava ligando para Keddy, ela atendeu e disse que ele poderia ir e levar a menina, mas eu não sabia quem era e nem do que se tratava. Keddy escolheu uma roupa no guarda roupas e me deu pra vestir um short curto que eu não usava a seculos e uma camiseta branca, escolheu também as sandálias e pediu que eu usasse isso para receber as visitas, apenas obedeci. Ela me explicou que eles eram pessoas do meio BDSM e que eu deveria agir como escrava na presença delas, confiar totalmente nela e fazer tudo que ela mandasse. Eu não conhecia aquelas pessoas, mas Keddy, parecia bem intima deles. Era uma mulher muito linda de nome Hezel, com um corpo escultural e um homem muito bem vestido de boa aparência, que se chamava Jotta, eles eram casados. Eles não se viam a cerca de dois anos, Keddy pediu que eu trouxesse uma bebida a eles e assim fiz, entretanto ela não me deixou beber junto. Fiquei no sofá fazendo companhia a ela, foi quando as conversas começaram a ficar estranhas e nada agradáveis.
- Você continua linda Hezel, cada dia mais. Lembro dos velhos tempos eu, você, o Jotta.
- Você faz falta Keddy, nossas aventuras, sair pra beber, conversar, se aventurar por ai. Muitas historias. - Disse Jotta
- é meu parceiro, se sou o que sou, devo tudo a você!  Me apresentou o mundo que estava dentro de mim e eu não sabia. Chaves, esse casal representa muito na minha vida, eles tem mais tempo de casados que a gente, aprendi muitas coisas com esses dois. Me lembro daquela vez que fomos pra aquele motel vagabundo, o lugar era uma droga, mas a noite valeu a pena.
Olhei para Keddy achando que só podia ser algum tipo de piada, mas ela continuou falando.
- Acho que você deveria aprender algumas coisas com a Hezel, Chaveirinho! Olhe bem pra Hezel, ela é linda não é mesmo? Cada curva, você deveria treinar mais pra ficar assim.
- Como é que eh? - respondi irritada
- Va buscar Whisky pra nos vá, Chaves!
Então fui la buscar a bebida, estava muito chateada com tudo aquilo que Keddy estava dizendo, sinceramente não estava nem acreditando no que ouvi.
- Pq não trouxe na bandeja? Temos visita, volte e traga na bandeja
Aquilo tudo estava me incomodando muito, Keddy estava ficando louca e eu tentava ao máximo disfarçar e manter as aparências para não acabar surtando na frente das visitas. Voltei e trouxe a bebida na bandeja, entreguei a eles.
- Chaves, esse Whisky não esta como eu gosto! Traga a dose corretamente.
Falou isso enquanto derramava o Whisky no chão. Sem dizer nada apenas joguei a bandeja no chão e sai com raiva. Keddy foi atras de mim me agarrou pelo braço na cozinha.
- você ta louca? Que rebeldia é essa? Quem errou foi você, só pedi para que corrigisse, não me faça vergonha, senão você vai se arrepender, volte la e faça tudo como mandei.
Me acalmei, servi uma nova dose a Keddy e limpei o chão. Enquanto isso, eles conversavam e riam, entretanto Hezel estava quieta. Keddy então pediu que eu me aproximasse dela e me abaixasse, sem pensar atendi a sua ordem, daí ela colocou sua mão perto do meu rosto e pediu que eu chupasse seus dedos, timidez tomou conta de mim por inteiro mas eu fiz como ela mandou, ou pelo menos tentei.
- Ok, chaves, pare! Agora veja como a Hezel faz e aprenda.
 Hezel fez a mesma coisas nas mãos do dono dela, minha chateação estava a nível hard. Keddy pediu que eu fizesse novamente isso, por um instante eu queria jogar tudo pro ar, mas odeio ser subestimada e tenho um alto nível competitivo, daí comecei a enxergar aquilo como algo pessoal e então novamente chupei seus dedos dando o meu melhor.
- Keddy, sua mulher é muito linda! Nos devíamos voltar aos velhos tempos e fazer uma troca o que você acha?
Keddy riu diante da proposta de Jotta. Eu me senti meio estranha, mas continuei chupando e Hezel também estava fazendo o mesmo. De onde estava sentado, Jotta passou a mão em meu cabelo e a deslizou sobre meu corpo. Eu olhei pra Keddy, esperando uma atitude dela, mas em vão. Depois de alguns minutos ele fez novamente a mesma coisa dessa vez apalpando meu bumbum. Dai tirei a mão dele e novamente olhei pra Keddy, mas ela não tomava nenhuma atitude. Então Jotta pediu que eu fosse ate mais perto dele. Keddy balançou a cabeça para que eu obedecesse, lembrei que ela pediu pra eu confiar nela e fui. Então ele deslizou as mãos em meu abdômen, pernas e bumbum, meus olhos encheram de lagrimas e eu estava tremendo. Keddy deu um sorriso irônico e pediu que ele parasse, e ainda disse que a proposta de fazer uma troca de casais era interessante. Dai ela chamou Hezel para perto dela, a essa altura eu já estava surtando, então Keddy se levantou, virou Hezel de costas, beijou o pescoço dela e ainda passou a mão em seus ombros e depois beijou sua mão.
- Você ainda tem o mesmo cheiro agradável, Hezel!
Nao me contive, ciumes a mil, então empurrei Hezel e ela caiu sentada no sofá e Keddy me segurou antes que eu pudesse pensar em ir pra cima dela.
- Tem aguem precisando de disciplina.
Disse Jotta sorrindo. Keddy me pegou no braço com força, me arrastou para a parede e me encostou nela, colocou suas mãos na parede de forma que eu ficasse entre elas, sem escapatória. Ela me olhou com seus olhos castanhos claros, me encarando profundamente. Meu coração já estava na garganta de tao nervosa que eu estava, ela me virou de costas e meteu a mão entre minhas pernas pressionando minha boceta. A vergonha tomava conta de mim por ela estar me tocando na frente de outras pessoas mas ao mesmo tempo eu estava ficando molhada, então ela passou a língua em minha nuca, deu uma palmada em meu bumbum e se afastou. Fui para o quarto e fiquei la ate as visitas irem embora. Quando Keddy chegou no quarto eu estava ajoelhada com o cinto na mão, ela se aproximou e eu entreguei a ela implorando que ela me castigasse por tudo que eu havia feito o dia todo: menti, perdi a cabeça, desobedeci. A ficha caiu e eu me arrependi de tudo que havia feito, conclui que eu precisava de disciplina, eu desejava me submeter a ela, mas nesse dia eu havia totalmente metido os pés pelas mãos. Keddy então estralou o cinto em minhas costas duas vezes e eu cai no choro não pela dor mas por tudo que eu havia feito, me culpei e achei que eu não merecia prazer, mas sim disciplina.
então ela se ajoelhou ao meu lado e me abraçou, deitei minha cabeça sobre seus ombros e e ela me fez carinho.
- Você tem sido uma submissa perfeita! Embora tudo que aconteceu hoje,você é dedicada, tudo que aconteceu naquela sala foi combinado entre mim e o Jotta, nós não iriamos passar dos limites, mas queríamos levar você ao seu limite. Eu queria testar se você confiava em mim, sua disposição para me servir e sua inclinação ao BDSM mesmo quando o prazer é apenas meu e não seu. Apesar de você ter empurrado a Hezel, e algumas vezes ter relutado, você se esforçou para me obedecer, mesmo se sentindo mal e não gostando você tentou fazer as coisas certas como mandei e agora eu chego aqui e você pede por disciplina em plena consciência e entrega total de si mesma. Então comprei isso que sera nossa coleira, alem da sua aliança no dedo, também vai usar essa pulseirinha que simbolizara o nosso contrato, já que eu não posso ti dar uma coleira de verdade por causa do seu treino, trabalho e do nosso filho. Parabéns meu anjo, você é uma submissa sensacional.
Eu fiquei quieta diante de tudo isso, eu estava triste e feliz ao mesmo tempo, triste porque ainda tinha remorso de tudo que fiz e feliz por ela ter me dado a coleira em forma de pulseira, mas que estava valendo. Então nos deitamos na cama, Keddy colocou um filme e ficamos assistindo abraçadinhas.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Ela, Dominadora Capitulo X [Segunda Parte]

Capitulo 10. 


Keddy adorava se sentir como um homem e as vezes isso me irritava, outras vezes eu achava sexy. Depois que ela começou a usar o tal pênis de plastico então, minha nossa, mas nada que o sorriso contagiante dela não resolva. Ela estava de folga e mal começou o dia, eu ainda estava deitada quando ela se levantou, tomou banho e colocou a cinta. veio pra cama e ficando em cima de mim eu sentia o pau encostar nas minhas partes intimas. Nossa bastou isso pra que eu me molhasse toda. Na noite anterior fui dormir frustrada porque esperei que ela me comesse mas ela não o fez, mas pelo jeito agora iria dar certo. Keddy ficou se esfregando em mim por um tempo beijando minha boca e meu pescoço. então ela se deitou e mandou que eu fizesse sexo oral no pau. Eu olhei pra ela não acreditando mais uma vez no que estava ouvindo.
- o que esta esperando? Chupa, vai!
Fiquei calada, totalmente impressionada, mas Ok! Comecei a fazer oral no pau dela enquanto ela me olhava com suas mãos atras da cabeça, bem relaxada. Eu imaginei que apos isso, ela me comeria mas eu estava errada. quando terminei fiquei aguardando a reação dela, mas ela não fez nada, apenas pediu o cafe da manha. Me levantei da cama e antes que eu desse um passo, ela me puxou, passou o dedo em sua própria boceta e o colocou em minha boca
- Olha como vc me deixou!
Nossa, sentir novamente o gostinho dela me fez ganhar parte do meu dia, eu ganharia completamente meu dia se ela me desse estocadas bem fortes, no momento era disso que eu precisava. Ainda que ela não fizesse oral em mim, ainda que ela fosse bruta, ainda que ela me fodesse de um jeito bem malvado, ainda que eu sentisse dor eu estava disposta e necessitando gozar. Eu precisava tanto disso, mas tanto que eu acho que se ela encostasse seus dedos ou seu pau na minha boceta, antes que ela penetrasse eu já iria gozar.
Mais tarde por volta das 11 hora, eu estava concluindo o almoço quando ela me abraçou por trás, levantou meu cabelo e me beijou na nuca, me abraçou encostando seu rosto em meu ombro.
- você é incrivelmente linda e Minha, só minha, toda minha!
Eu já tinha ouvido isso outras vezes, mas essa vez era diferente, pq agora ela falava como senhora absoluta.
Me virou para ela, olhou em meus olhos (o olhos cor de mel dela me faziam ter vontade de mergulhar na imensidão deles, era como uma onda que me arrastava) e me beijou. em seguida me fez ajoelhar e colocou seus dedos em minha boca e os chupei. Keddy alisou meus seios por cima da roupa me atiçando, mas parou por ai e mais uma vez me deixou na mão. eu já estava começando a ficar mal humorada, então fui ao banheiro e iniciei uma masturbação desesperada, o que não funcionou pois Keddy me pegou no flagra.
- Eu não aguento mais, preciso de um orgasmo!
- eu sei e terá um um quando eu achar que merece! - Falou dando um sorriso irônico.
- Por favor me da prazer, ti imploro! - Falei isso me ajoelhando e me agarrando em uma das suas pernas.
E foi então que ela me fez levantar, subi a calcinha e abaixei o vestido, me colocou contra a parede e me beijou enquanto passava a mão nas minhas partes intimas.
- É isso que você ?
balancei a cabeça desesperadamente que sim
- É desse toque que você precisa? - Falou me apertando e empurrando a calcinha para dentro de mim.
- Sim, sim! Me fode! - respondi enlouquecida.
Keddy me levou para o quarto e se sentou na cama, pediu que eu ficasse em pe em sua frente.
- Tire o vestido e de uma rodadinha pra eu ti ver melhor
Obedeci.
- agora tire o sutiã devagar e depois de outra rodadinha pra eu olhar seu corpo.
Ansiedade me consumia, obedeci sem pensar.
- Perfeito! agora tire a calcinha e se vire lentamente para eu poder contemplar seu corpo por inteiro.
Seus olhos passeavam sobre mim e o silencio pairava entre nós.
- Ok! vista-se, não estou com desejo em você agora!
Fiquei de boca aberta. não acredito que ela disse isso. Keddy saiu do quarto, eu me vesti me sentindo sem estrutura. Corri pro espelho " sera se estou gorda?" "sera que estou feia?" " o que ha de errado comigo?" um milhão de pensamentos torturavam minha mente. Ela passou o resto do dia jogando vídeo game e eu passei o resto do dia sem graça.
Quando Keddy falava comigo eu dava respostas curtas, estresse e mal humor reinavam sobre mim. Apos o jantar, ela veio ate mim e me abraçou, quando repousei minha cabeça em seus ombros, chorei, estava no meu limite. Keddy limpou minhas lagrimas e segurou minhas mãos colocando algemas nelas. me deitou sobre a mesa, rasgou minha roupa me deixando totalmente nua e em seguida chupou meus seios e ficou brincando com a minha boceta colocando e tirando o dedinho. Em seguida Keddy saiu e voltou com uma caixinha.
- Então quer dizer que você quer ter um orgasmo?!
- Sim, senhora!
Keddy me abriu as pernas e fez um delicioso sexo oral em mim, enfiando sua língua e movendo ela, passava também pelo meu clitores no que eu não aguentei e gozei em sua boca e assim ela me deu um tapa.
- Mal comecei e você já gozou! Nao me lembro de ter dito que já podia gozar!
- desculpe, não pude conter.
Ela enfiou brutalmente dois dedos em mim, fodendo com força no que eu gemia e mordia meus lábios.
- Nem fiz nada com você ainda!
Keddy me puxou, desci da mesa e em pe ela inclinou meu corpo, abriu minhas pernas e passou um dedinho em meu bumbum.
- não, isso não, por favor! Vai doer!
- Mas você não estava implorando mais cedo pra que eu fodesse você?
- Vai doer, não estou pronta pra isso!
Keddy deu três tapas em meu bumbum e me mandou ser uma boa menina, enfiou devagar dois dedos, me contrai e tomei outros tapas e assim ela começou a dar firmes estocadas, eu gemia. Então ela pegou a cinta, comigo ainda na mesma posição, fodia minha boceta com o pau e o bumbum com os dedos. eu me contorcia, gemia e chamava pelo seu nome. Foi então que veio a cartada final.
Keddy me deitou sobre a mesa tirou algo da caixinha que ela havia trazido, tapou minha boca com uma as mãos e devagar com cuidado foi enfiando o seu pau no meu bumbum. Meus olhos encheram de lagrima, eu fechava as mãos com força, com elas presas eu não podia fazer muita coisa. Ela dava estocadas no meu bumbum e eu tinha vontade de gritar e foi ai que ela começou a usar o objeto que estava em suas mãos. Era um vibrador pequenino que ela colocou sobre meu clitores eu gemi alto. Agora nao dava mais pra conter eu tremia muito e chamava por ela eu tentava a todo custo me soltar das algemas e aquele prazer inundando minha alma e tomando conta do meu corpo. Keddy para completar ainda enfiou dois dedos em minha boceta. Eu sendo estimulada em 3 pontos diferentes do meu corpo tive o mais profundo orgasmo que eu poderia ter. Gozei intensamente e quando tudo acabou ela ainda passou a língua nas minhas partes intimas.
Fiquei tremula e gelada, nem consegui sair sozinha da mesa depois, no que ela me pegou no colo e me levou ao quarto. Achei que tinha acabado, mas depois de uma foda intensa ela disse que ainda faltava algo. ainda faltava ELA.
Keddy pegou o cinto, eu estava absurdamente em êxtase pra implorar por alguma coisa ela me fez ajoelhar e me bateu por eu ter me masturbado e também por ao longo do dia te-la tratado mal com respostas curtas Enquanto ela me batia, pelo espelho eu via a expressão de prazer dela e quando eu gemia de dor, mais ela se entregava a esse prazer. Ao final, conclui com um pouco de oral, no que nem precisei me esforçar muto, assim que minha língua bateu em seu clitores não demorou para que gozasse. Depois disso eu cai na cama e logo peguei no sono exausta.

[continua...]

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Ela, Dominadora IX [Segunda Parte]

Capitulo 9. [Dominação Psicológica - Ânsia por Prazer]


Estávamos em um bar com as amigas de Keddy, o clima estava ótimo, super descontraído mas alguém na mesa da frente estava me incomodando pelo fato de não tirar os olhos da minha esposa. Pra minha surpresa essa tal mulher que estava olhando direto para a minha, teve a cara de pau de ir ate a nossa mesa.
- Oi Keddy, quanto tempo! - Ela cumprimentou.
- Oi, Nara!
- Oi também! sou Chaveirinho esposa de Keddy, o que você quer?
- Oi Chaveirinho! Então, Keddy você lembra da nossa amiga Wanessa?
- Com licença, mas a Keddy não tem nenhuma "amiga" chamada Wanessa. Temos 10 anos de casadas e com certeza eu saberia se ela tivesse uma amiga com esse nome. Mas prossiga.
- Então, eu só queria dizer que a nossa colega Wanessa...
- Agora já são colegas? A um minutos atras eram amigas.
Eu interrompia e cortava de todas as formas, não estava gostando daquela mulher, não gostava do jeito que ela olhava pra Keddy enquanto falava, eu estava fervendo de ciumes.
- Keddy a Wanessa esta no hospital e ninguém foi la visita-la.
- Lamento pela Wanessa, mas infelizmente ela não tem amigos e vai ter que se recuperar sozinha.
Me intrometi mais uma vez, as amigas de Keddy estavam nos olhando e minha esposa encostou perto de mim e sussurrou em meu ouvido: "vamos conversar?" E me beijou no rosto. Pediu licença e fomos ao banheiro, chegando la discutimos:
- Chaves você esta me envergonhando, poxa. Eu tenho amigos, tenho vida social.
- Você tem vergonha de mim?
- Não é isso, é que não precisa você agir dessa forma com ela.
- Então alem de sentir vergonha de mim, você defende ela?
Falei isso e a empurrei, de imediato ela me bateu e assim Keddy fez eu me "acalmar" com alguns tapas.
- Nao estou defendendo ninguém! Para com isso, estamos em publico! Vamos voltar pra la, recomponha-se. Põe um sorriso nesse rosto e comporte-se, escrava!
Ela me chamou de escrava e me beijou na boca. Nossa, confesso fiquei excitada.
- Se fizer qualquer coisa, você me paga!
Me alertou e voltamos pra mesa.
- Então Nara, ela esta doente de que?
- Câncer. Então pensei que eu e você pudéssemos visita-la. O que acha?
- A Keddy não vai a lugar algum! Ja disse e repito ela vai ter que se recuperar sozinha.
- Olha amiga, você não precisa ser ignorante.
- não sou sua amiga e a Keddy muito menos.
- Você é muito petulante!
- Interprete como quiser!
- Olha meu bem...
- Nao sou seu bem, não sou sua amiga, não sou nada sua.
- Olha eu ti jogo esse copo de cerveja.
- Joga não, eu que jogo! - Splash!
Joguei a cerveja nela e ela revidou me empurrando, as coisas estavam saindo do controle e dai Keddy se meteu.
- Você já deu seu recado, Nara. De fato nem lembro quem é Wanessa. Minha esposa pode ser grossa, ciumenta, pode ser o que for, mas aconteça o que acontecer eu vou protege-la sempre e você não vai encostar nela, ate porque se isso acontecer eu viro sua cara ao contrario!

***
Depois do episodio eu estava dando um leve sorriso no caminho pra casa, louca para que ela me dominasse, queria estar em sua posse. Keddy me olhava e parecia entender que no fundo eu estava gostando da situação e apesar dos tapas no banheiro, eu queria ser disciplinada.
Eu não estava contendo minha ansiedade dentro daquele carro, coração a mil. Chegamos em casa ela tirou a roupa ficando apenas de sutiã e calcinha. Pediu que eu ajoelhasse e esperasse por ela, buscou uma taça de vinho. Caminhou um pouco pelo quarto e depois se aproximou de mim e me deu um tapa tao forte que fiquei desestabilizada. uau! o ardor daquele tapa me fez molhar instantaneamente e eu já estava pronta para mais uma transa louca. Depois que perdi a virgindade, ela transou comigo alguns dias sem me dominar, apenas fazíamos amor loucamente como duas apaixonadas. Eu já estava me acostumando com aquele pau dentro de mim, minha boceta estava se habituando ao tamanho dele, mas claro que as vezes ela me fodia usando seus dedos e eu adorava. Enfim, voltando ao assunto ela me deu mais alguns tapas pela desobediência e pediu que eu beijasse seus pés, eu obedeci e pedi desculpa. Então ela se sentou na cama e pediu que eu me aproximasse mas permanecesse de joelhos.
- Quero que você lamba meus chinelos e os deixe bem limpinhos, afinal é com eles que você vai apanhar mais tarde.
Tentei retrucar explicando que ela já havia me batido e eu tinha pedido desculpas pelo que fiz. Ela levantou as sobrancelhas e mais uma vez calmamente repetiu a ordem e ficou aguardando minha obediência. Keddy não costumava gritar comigo, apenas falava com uma boa entonação e seu tom de voz sexy me deixava com vontade de me entregar. Eu já havia experimentado coisas novas e estava ansiosa para ser fodida, eu realmente estava viciada então obedeci de uma vez. Passei a língua primeiro nas laterais e depois na sola. Eu lambia e olhava pra ela esperando que ela me mandasse parar, mas Keddy elegantemente me olhava e bebia seu vinho. Fiz isso nas duas chinelas direita e esquerda, dai ela deu aquele sorriso que eu amor e mandou que eu lambesse seus pés.
Pra quem já fez isso em um chinelo, fazer nos pés era menos constrangedor. Mas antes que eu pudesse tocar a língua em seus pezinhos ela me puxou e deitou-me sobre sua perna, pegou a chinela que ha pouco eu tinha lambido e conferiu se eu tinha feito direitinho, daí então me bateu no bumbum ate ficar totalmente vermelho e ardido com as marquinhas da sola. Eu estava tremendo um pouco e ai ela ordenou que eu me ajoelhasse e começasse o processo de venerar seus pés. Confesso que esperei que depois de apanhar, ela enfiasse seus dedos em mim como da ultima vez, mas enfim comecei beijando devagar e em seguida lambi os dedos e os chupei um a um. Passei a língua entre eles e desci lambendo ate o calcanhar, massageava seus pés com minhas mãos e voltava a passar a língua. Quando finalmente acabei estava pronta para ser fodida com força pela minha dona e foi ai que veio a surpresa. Keddy se levantou e tirou a calcinha, a principio estranhei pois ela geralmente não tirava a roupa quando transávamos. Ok, meu psicológico já estava acostumado à ideia de que eu iria ver coisas novas, que agora era uma Keddy diferente, não só minha esposa, mas também minha dona.
- Me chupa
- Como assim? (não acredito, sera que fui traída pela minha audição?)
- ME CHUPA
Repetiu em tom autoritário. Ela nunca me deixava toca-la, sempre falava que não gostava. em 10 anos jamais a toquei. Keddy se deitou e eu me aproximei. Comecei beijando e passando a língua devagar aos poucos comecei a cair na real e me empolgar. Nossa que delicia! Keddy gozou na minha boca, me preparei para fode-la mas isso ela não permitiu.
Parece que meu trabalho havia acabado. Apanhei, lambi chinelo, venerei pés, fiz sexo oral então agora eu aguardava a recompensa, finalmente ela iria me comer mas ela apenas tomou banho e se vestiu. Deitou-se e se preparou para dormir.
Caralho como assim? e eu? Quero ter orgasmo! quero gozar, não acredito que ela iria dormir. Perguntei se ela não iria me comer, mas respondeu que tivemos um longo dia e precisávamos descansar.

[Continua]
                                                          

Ela, Dominadora VIII [Segunda Parte]

Capitulo 8. A iniciação

Eu estava ansiosa para a minha iniciação. Samantha não conseguiu uma justificativa plausível para demitir Keddy, então ficou tudo bem. Achei que ela logo iria me apresentar o mundo sadomasoquista dela e eu estava eufórica. Sempre que Keddy chegava em casa eu ficava aguardando a reação dela, mas ela simplesmente me dava alguns beijos e dormia. Isso durou algum tempo e eu já estava começando a achar que ela não iria agir como minha dona, mas apenas como esposa, pensava que ela poderia estar com vergonha agora que havia me contado seu segredo ou mesmo que ela realmente não me via como submissa e por isso não me procurava. Ja estava batendo desespero e a curiosidade era maior que tudo, entretanto eu não dizia nada, não queria pressiona-la.
Uma das primeiras coisas que aprendi sobre submissão é que a outra pessoa esta no controle de tudo: sua segurança, integridade, suas roupas, ate mesmo seu orgasmo. Aprendi que um dominador faz as coisas ao seu tempo e não quando queremos. Eu estava louca de ansiedade para minha iniciação, quando na verdade ela já havia começado e assim aprendi na pratica a primeira lição. Duas semanas depois que Keddy me confessou sobre seu lado dominador, ela me ligou do trabalho avisando que iria para o treino em seguida e pediu para que eu levasse suas meias que havia esquecido. Nao foi bem um convite era mais uma prestação de favores, mas eu estava feliz em poder ir ver meu amor treinar, ha um bom  tempo isso não acontecia, geralmente ela levava Santiago. 
Na hora marcada, eu fui. Entrei no vestiário e lhe entreguei as meias, Keddy me puxou para o fundo entre alguns armários e me encostando em um deles me deu um daqueles beijos de tirar o folego. Fiquei surpresa pois ela era muito reservada e não costumava fazer isso em publico, é certo que estávamos distantes do pessoal, mas qualquer um poderia chegar e ver. Ela me elogiou e eu a abracei bem forte desejando um bom treino, mas antes que saísse ela sussurrou em meu ouvido: - em casa você me paga.
Oh céus, o que ela quis dizer com 'me paga'? Estaria falando como minha dona ou tendo recaídas de velhas atitudes? Fiquei tremula. Nao parava de pensar no que eu podia ter feito e o treino parecia nunca acabar enquanto essa duvida estava me matando. Finalmente fomos pra casa, entramos e ela bruscamente encostou em mim para colocar o cinto, gelei e meu coração quase saiu pela boca, então prosseguimos. Entrei em casa primeiro, e ela logo em atras de mim, me puxou e segurou firme meu cabelo de modo que eu nem conseguia mover o pescoço e me beijou, chutou a porta atras dela para que se fechasse sem interromper o beijo e foi andando comigo ate o sofá enquanto nossas línguas duelavam entre si. Ela se sentou e me puxou, me deitou de bruços em seu colo, levantou minha roupa e abaixou minha calcinha. Começou a dar tapas em meu bumbum, eu gemi algumas vezes (ela tem as mãos grandes e pesadas) e ela então explicou que estava me disciplinando por ter ido com um vestido tão curto ao treino dela, disse que todos ficaram me olhando e que embora eu tivesse sensual, ela estava com ciumes. Falou que ficou extremamente excitada ao me ver naquela roupa e que nem gostava de imaginar o que significava o olhar das pessoas em minha direção. Me bateu ate que meu bumbum estivesse bem vermelho e ardendo bastante e comigo ainda nessa posição enfiou um dedo em minha boceta molhadinha. 
O nervosismo que ela me provocava me excitava, o suspense o som dos estralos, adrenalina, a curiosidade me deixavam completamente pronta para satisfaze-la. Me disse que eu ajoelhasse e pedisse desculpas e assim fiz. Me pediu para colocar o jantar e disse que apos ele iria me mostrar algo que havia comprado. Fez todo um suspense e avisou que eu precisava expandir os horizontes. Dentro da embalagem havia um pau de plastico desses de sexy shop e confesso que levei um susto. Embora tivéssemos transado varias vezes usando os dedos e a língua, eu ainda era fisiologicamente virgem e Keddy sabia disso.
- Ora vamos escravinha não se acanhe! Nao precisa se envergonhar, temos intimidade suficiente
- Mas Keddy eu...
Ela me olhou levantando as sobrancelhas e então corrigi: - Senhora Keddy eu não sei se estou pronta.
Ela me abraçou e me consolou, conversamos e ela me deixou totalmente a vontade e então acabei cedendo. Eu ainda estava usando o vestido, estávamos sentadas no meio da cama e ela começou beijando meu pescoço, lambendo e me fazendo arrepiar. Naquele momento, entendi que uma relação BDSM também significa inovação, Keddy passava a língua no meu ouvido enquanto tirava aos poucos meu vestido afastando as alças.
- não precisa ter medo, não vou machucar você. Deixa meu lado dominador te possuir.
- Promete que vai cuidar de mim?
- Prometo! Agora me deixe tomar você para mim, minha submissa!
Tirou minha roupa deixando-me apenas de sutiã e calcinha. Beijava meus lábios intensamente enquanto passava a mão entre minhas pernas fazendo pressão. Keddy abaixou meu sutiã e enquanto chupava meus seios me tocou por cima da calcinha e empurrou o pano pra dentro da pele que a essa altura já estava molhada. 
Mesmo com tanto tempo de relacionamento, eu ainda sentia  meu corpo vibrar aos toques dela, por vezes ate o simples ato de me abraçar e beijar fazia minha boceta dar contrações, mesmo depois de alguns anos ainda eramos intensas. Keddy acabou de tirar minha roupa por completo e preparou o pau de borracha eu estava tensa e excitada ao mesmo tempo. Ela se deitou por cima de mim com ele na sua cintura e o esfregava em minha boceta achei que ela iria meter ali mesmo naquela posição, mas me pediu que eu ficasse de quatro, obedeci e ela enfiou um dedo em mim enquanto beijava meu bumbum. ainda chegou a me dar umas palmadas e se posicionou para usar o pau, fechei os olhos e retesei o corpo imaginando como seria aquilo dentro de mim e me preparei para a penetração mas novamente senti ela esfregando seu pau no meu clitores, respirei. Dai ela pegou em minhas pernas e me puxou de modo que fiquei deitada de bruços, pediu que eu não me movesse e aguardasse um instante. Foi quando senti algo molhar minhas costas, Keddy espalhou por toda extensão da coluna calda de chocolate e começou a lamber e chupar, caralho ela estava tocando meu ponto fraco. Encostou mais uma vez seu pau em minha boceta enquanto passava a língua na minha pele, eu me contorcia de prazer daí ela me virou de lado, eu estava absolutamente molhada, passou a língua em meu ouvido enquanto esfregava seu "pênis" em mim e então começou a introduzir quando sentiu que eu estava relaxada e pronta. A principio eu gemi e apertei o lençol, ela continuava passando a língua em meu ouvido enquanto terminava de me penetrar por completo. Devagar movia aquele pau dentro de mim tirando minha virgindade de vez. Quando eu já estava mais a vontade, Keddy me fodia um pouco mais forte agora na posição papai-mamãe. Ficou me fodendo por um tempo e depois fez um carinhoso sexo oral em mim ate que eu gozasse em sua boca.
- Bem vinda ao meu mundo que agora também sera seu. A partir de hoje, seu prazer me pertence e serás minha submissa.
Como toda menina que acabou de perder a virgindade, eu estava um pouco tímida e a primeira atitude que tive foi me cobrir com o lençol, mas Keddy delicadamente puxou o lençol e disse que eu não precisava ter vergonha de nada. É, eu sei que já tínhamos bastante intimidade, mas agora era diferente, meu corpo estava diferente e minhas sensações também. Keddy disse que eu nunca deveria me envergonhar do meu corpo, sentimentos e sempre deveria falar tudo a ela caso eu não estivesse a vontade.
Assim a terceira lição que aprendi foi que numa relação BDSM, o casal sempre conversa e não escondem nada um do outro, que a submissa tem total liberdade de comunicar ao seu dominador  o que estiver lhe incomodando e vice-versa. entendi que o prazer sera sempre de ambos independente do que aconteça e que o ato de dominar não é se impor, mas sim fazer com que a submissa deseje se entregar. Keddy me passava uma confiança tao grande que eu desejava estar sob seu domínio.


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Submissão - Estilo de Vida

Costumo pensar que sem a Chaveirinho, 
eu não sou nada. É como se fosse uma "dupla personalidade"? Talvez sim, talvez não. Pra sociedade, faculdade, amigos, família: uma simples garota. Mas dentro de mim ha alguém que as vezes me toma por inteiro, independente de onde eu esteja, Chaveirinho me modifica e meu comportamento muda. A menina que fala pelos cotovelos, ri alto, diz palavrão, curte preguiça, sensível (sou chorona, não aguento um grito), bruta (às vezes), de repente se transforma em alguém de comportamento totalmente oposto: Séria, tom de voz baixo, olhar submisso, forte, disposta (sem preguiça), linguajar brando. 
Por ser escrava, ela não é mimada, não é explosiva, não age de cabeça quente, concentrada, observadora, tem qualidades que eu normalmente não tenho. Geralmente nos meus contos, eu coloco alguns esportes: Rugby, Capoeira, Jiujitsu, são esportes que eu realmente pratico no meu dia-a-dia e eu procuro sempre ser a Chaveirinho nessas horas, porque cá entre nós sou uma "dondoca". Como a Chaves (as vezes me chamam assim) é uma escrava, é exigido dela que não erre, não vacile, senão sera punida por isso e esse pensamento me ajuda a crescer no esporte, me desenvolver melhor.
Um dia, Chaves sumiu... tirou ferias, foi pra senzala (não sei se vc já reparou nos meus contos mas eu moro na casa grande), simplesmente eu não conseguia mais ser a Chaveirinho, ela havia ido embora. O problema é a minha família (assim como a do senhor Gray e talvez de muitos por ai), não sabem desse meu lado submisso, e então um dia invadiram minha privacidade e leram alguns dos meus contos. Quase surtei. Fui pro banheiro me tranquei, e vomitei. Passei muito mal, estavam tocando no meu intimo, estavam tocando no meu "eu", estavam mexendo em algo que nem todos podem tocar, tive febre. A principio não entenderam nada, mas foi uma certa confusão e então Chaveirinho se afastou. Em muitos dos meus contos sempre que chaves fica triste (seja como esposa, escrava, filha) ela fica quieta, calada ou fala palavras curtas, se afasta, essa é a minha personalidade real, sempre que entristeço eu me afasto, me isolo, fico quieta. 
Dia vai, dia vem, e eu não conseguia mais ser a Chaveirinho, ia treinar e mal conseguia correr, meu corpo não respondia, cansava rápido, errava tudo, parecia que era meu primeiro dia nos esportes. Nao conseguia imaginar um conto sequer, nada me excitava, eu dormia cedo, acordava mais cedo ainda, tédio total, assistia TV, estudava e tal mas parecia que faltava algo. Comecei a não ter mais vontade de praticar esporte, ficava em casa, não tinha mais habilidade com o tatame, com a bola. Eu chamava por ela, mas parece que ela não escutava.
Então fui procurar por ela, se um escravo não esta na casa grande ou esta pela fazenda, na senzala ou fugiu. Não acreditei que ela havia fugido. Então fui procura-la na senzala, era em tudo que eu conseguia pensar, sai de casa e fui treinar capoeira. Eu gingava toda desengonçada, não conseguia acertar os golpes, mesmo os mais simples, eu ficava chamando por ela em meu pensamento: -Chaveirinho eu preciso de você. Onde vc esta?
Silencio total. Sem resposta. eu já estava quase desistindo, achei que ela tinha me abandonado. Foi quando o professor chamou pra começar a roda. E então ele pegou o berimbau, eu mais uma vez chamei: - Chaveirinhooooo! - Em meus pensamentos. Eu não ia arriscar entrar na roda sem ao menos saber gingar. E então ele começou a tocar, aquele toque inicial antes da musica em que o berimbau vibra rapidamente, parece um chamado e ai eu tive uma sensação: meu corpo arrepiou, sorri. Coração pulsou forte, fechei os olhos e abri lentamente, Chaveirinho estava de volta. 
Eu estava certa, ela estava mesmo na "senzala". Entrei na roda, joguei com todo meu coração e novamente, chorei, mas dessa vez não de tristeza. 
A submissão, o sado, tudo isso, esse mundo BDSM é fascinante. Nao sei se com alguém já aconteceu isso, principalmente com pessoas submissas, você se submeter a alguém sem que essa pessoa saiba, prestar um favor como se fosse uma ordem, falar com ela em um tom de voz baixo, indicando seu respeito e submissão. Você seleciona a pessoa, pelo seu jeito, pela sua personalidade forte e autoritária, seu porte físico e dai você se aproxima dela, cria amizade e vai se "submetendo" sem que ela saiba, apenas em seu pensamento, vai fazendo as coisas que ela pede, como se fosse uma obediência, vai deixando aos poucos ela controlar a situação e você a protege. Não é fácil esconder o lado submisso e o lado dominador, você tenta da melhor maneira possível, mas sempre suas ações vão indicar quem você é. Acredito que todo mundo tem um personagem dentro de si. A maneira como você se comporta, o seu jeito de falar, de se relacionar, revela a sua natureza (dominador ou submisso). Liberte seu personagem interior, descubra-se, deixe fluir. Por muito tempo escondi a Chaveirinho atras de uma liderança de grupo, atras de autoritarismo com algumas pessoa, tentava me impor de alguma forma, eu tinha medo de alguém olhar em meus olhos e ver a Chaveirinho. Programas de TV, por exemplo a novela mulheres apaixonadas com a cena em que Doris apanhou de seu pai, eu criticava, mudava o canal, ou saia da sala, mudava o assunto, tentava desviar o foco pra que ninguém percebesse a Chaveirinho vibrar dentro de mim.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Ela, dominadora VII [Primeira Parte]

Capitulo 7. Revelando-se

E então ela chegou estressada do trabalho.
- Amor, até que enfim você chegou - Eu a recebi com um sorriso (o que não foi reciproco).
Ela me deu aquela olhada e sem dizer uma palavra foi tomar banho. ao voltar foi direto pra mesa e pediu o jantar.
- Calma ai amor, estou terminando de fazer.
- Fala serio, Chaves (me chamava assim as vezes)! O que ficou fazendo o dia todo? Sabe a hora que chego!
Me desculpei e deixei a comida la cozinhando, me aproximei de Keddy e lhe massageei os ombros. Foi quando chegou uma mensagem em seu celular, pedi pra ver mas ela se negou a mostrar
- Por que não posso ver?
- Porque não lhe diz respeito!
- Me mostra... A não ser que você esteja me escondendo algo, isso tem cheiro de problema.
- O problema é  que o celular não é seu, dá licença!
No impulso tentei pegar o celular, Keddy puxou e ficamos disputando até que o mesmo caiu  no chão espalhando suas partes pela sala de jantar.
- Que droga, Chaves, olha o que você fez!
- Por que não quis me mostrar uma mensagem? É de alguma mulher por acaso? Você esta me traindo?
- Fica quieta, chaves! Nao me estressa!
- Keddy, você não me respondeu, quem ti mandou mensagem?
- Ja chega, paciência esgotou!
- Aiiin, me solta! - Gritei enquanto ela me puxava pelos cabelos. Keddy me batia com toda sua força, estava com tanta raiva que chegou a me fazer sangrar. - Para, já chega! desculpa!
- cala essa boca! Quanto mais você fala mais me irrita!
- Ta machucando muito já chega! Você a quer, pois fica com ela, mas para de me bater!
- já mandei calar a boca!
Chorei, por vezes tentava por as mãos na frente pra me defender, mas era inútil. Quando a surra finalmente acabou, friamente ela se sentou e pediu o jantar como se nada tivesse acontecido. Me levantei ainda tremendo e com dores, em meios as lagrimas atendi ao seu pedido, mas o jantar que eu havia deixado cozinhando queimou enquanto brigávamos. Com raiva ela pegou seu casaco e saiu de casa. Demorou umas duas horas e quando retornou entrou no quarto devagar e me viu terminando de arrumar as malas.
- Que é isso? Por quê essas malas?
- O que vc acha? Eu vou embora, não aguento mais.
- Esta louca? Você não vai a lugar nenhum! - Keddy pegou minha mala, tentei tomar  e ficamos medindo forças ate que ela ganhou a disputa. Eu já sabia o que ia acontecer, então corri em direção a porta, mas ela me pegou pelo braço e me jogou na cama ficando por cima de mim. Logicamente tentei me soltar enquanto ela puxava meu short. Chorei implorando para que parasse e me deixasse sair e dai ela enfiou dois dedos em minha boceta me fodeu com força enquanto me ouvia chorar e eu tentava empurra-la. Keddy se aproximou do meu ouvido e empurrou mais ainda os dedos dentro de mim e pra minha surpresa começou a chorar junto comigo. Devagar tirou os dedos da minha boceta e me abraçou.
- Nao me deixe, você não sabe o que ta fazendo! Nao vá embora, você é meu mundo! 
- Pq me machucou tanto? Eu só quis ver seu celular. Por que escondeu de mim?
- Meu dia não foi legal, dai eu chego em casa e você fica insinuando que eu estou traindo você. Se a mensagem for de mulher e dai? Podem vir mil, sempre vou escolher você. Diz pra mim que você não vai embora, fica comigo, caralho!
- conversa comigo, me explica o que houve. Se não é alguém dando em cima de você, então é o que?
- Meu bem, eu...
- Me explica, Keddy!
Ela tentou me abraçar.
- Nao encosta em mim, eu quero uma explicação.
- Nao posso falar, não desse jeito. Confia em mim, não estou ti traindo.
- Confia você em mim! Ou me fala, ou vou embora.

Keddy me pediu que aguardasse ate o dia seguinte e então ela me explicaria, atendi. Ela passou a noite chorando e aquilo estava doendo em mim.
- Keddy, me fala o que esta havendo!
- Você não me entender, vou perder você, mas não vou mais continuar com isso! 
- Como sabe que não vou entender? Você nem tentou!
- Provavelmente, amanhã eu serei demitida. Você tinha razão, a mensagem era de uma mulher, a Samantha minha subchefe. Sabe, eu saí pra beber com os amigos do trabalho e acabei falando algumas coisas sobre mim que você não sabe, Samantha gravou tudo e ameaçou mostrar você caso eu não ficasse com ela.
- e você ficou com ela? Que coisas são essas que eu não sei? Porque você sera demitida?
- você já ouviu falar em BDSM?
- Claro, um pessoal que gosta de bater e apanhar sei la, o que isso tem a ver?
- eu pertenço ao mundo BDSM, Chaves, sou dominadora e isso é mais forte do que eu. Quando eu ti conheci tinha a certeza que você é a mulher da minha vida, sendo assim prometi a mim mesma jamais revelar a você esse meu lado dominador, ti analisei e sabia que você não curtia isso. Mas mesmo com esse desejo queimando dentro de mim eu estava apaixonada. Acontece que meu "lado BDSM" é muito forte e eu não consigo dominar, chegou a um ponto que eu não consegui mais esconder quem de fato eu era e então pra não enlouquecer eu acabei te introduzindo sem você saber dentro do meu desejo
- Keddy, eu...
- Chaveirinho, quando eu batia em você eu não tinha intenção de ti machucar, mas sim de me satisfazer. É que você gemia, implorava pra eu parar e isso alimentava meu lado dominador cada vez mais, por isso que sempre depois que eu batia em vc, eu acabava me masturbando, quando sua pele ficava marcada eu cuidava de você enquanto contemplava minha obra de arte. Me perdoa mas não consigo controlar isso, eu sou assim! eu não podia dividir isso com você porque você iria pensar que sou louca, e se você me julgasse por isso eu iria ficar muito mal.
- Onde a Samantha entra nisso?
- Lembra da nossa primeira briga? eu me lembro perfeitamente que ti bati e você aceitou, me perdoou. Depois comecei a fazer isso mais e mais ate chegar no nível que estamos, quanto mais você aceitava minha "dominação" mais eu ficava apaixonada por você. Então a Samantha ela é submissa e como ela sabe que eu gosto de dominar ela se ofereceu para que eu a dominasse, mas eu não aceitei. Por vezes ela se insinuava pra mim no trabalho, mas tudo em vão nunca cedi as provocações dela se em casa eu já tinha você. E foi dai que ela me ameaçou mostrar pra você a tal gravação eu admitindo que sou dominadora e falou que se eu não aceitar ficar com ela, vai me demitir.
- Então o que você vai fazer?
- Eu vou procurar outro emprego, vou la amanha assinar minha carta de demissão. Chaveirinho eu amo você entenda isso. Eu fui fraca deixando meus desejos se sobressaírem, mas se você ficar comigo eu ti prometo que vou deletar meu lado dominador da minha vida, por favor não me deixa.
Silencio total. Keddy chorava muito, nunca a vi daquele jeito. então depois de alguns minutos decidi acabar com o suspense.
- Você quer uma submissa? Eu serei sua submissa. Ensina-me a te agradar, me apresenta seu mundo BDSM.
- Tem certeza do esta dizendo? Você pode não gostar e alem do mais...
- Keddy eu não gosto das suas agressões. Isso magoa, mas sendo sua submissa eu sentirei prazer em fazer isso. Você não precisara se impor, apenas ser quem você é. E depois de tudo isso né possível que eu de fato não tenha um lado submisso, afinal eu me sujeitei a todas as suas agressões, mesmo sabendo do seu temperamento eu permaneci ao seu lado, no fundo eu sabia que você não era uma pessoa ruim, só precisava se libertar, esse dia chegou, liberte-se e me liberte também. e se for preciso, fique com a Samantha, salve seu emprego.
- Não! Nunca! Eu não vou trair você. Você é minha mulher e agora sera também minha submissa, não te traio, não te troco, não ti deixo. Meu dever como sua dominadora é proteger você, cuidar de você e Samantha nenhuma me tira isso! Vou ensinar tudo que você precisa saber, meu bem, eu vou cuidar de você.
Ela me abraçou.




quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Ela, Dominadora VI [Primeira Parte]

Capitulo 6.

Quando cheguei, Keddy e Santiago haviam limpado a casa e feito a comida, entretanto eu estava apreensiva já que Keddy era sempre tão fria e bruta e agora parecia estar tranquila, nem mesmo brigou por eu ter saído e tudo que me vinha a cabeça era a maldita frase: "Água mansa também afoga." Andei um pouco pela casa, nossa como estava absolutamente limpa! E acabei me assustando quando a vi parada atras de mim, um ombro encostado na parede, mãos no bolso da calça, sem camisa somente com um sutiã exibindo seu abdômen sexy. Ela se dirigiu a mim e me pegou no colo, nervosa comecei a rir e assim
ela me levou pro quarto. Deitamos na cama e ela acariciava meu cabelo colocando-o atras da orelha. Passou um dedinho em minha boca indicando que eu deveria ficar quieta e pediu que eu aguardasse um instante.
Keddy preparou um pouco de gelo, tirou minha roupa, ainda sem dizer uma palavra, colocou gelo na boca e começou a passear em meu corpo, seios, barriga, virilha nisso eu me arrepiava, respirava fundo e gemia baixinho e foi então que ela chegou com o gelo em meu clitores. Ficou um tempo a me chupar com o auxilio do gelo, nossa que sensação perfeita. Em sua súbita pegada virou-me de costas passou o gelo em minhas costas e o deixou próximo ao meu bumbum, conforme o gelo derretia a água que escorria ia direto para o meu anus escorregando pelo meio do meu bumbum, nossa que delicia! Ela me puxou pra ela me deixando de quatro e então começou a me foder intensamente na boceta eu gemia e rebolava, Keddy por vezes dava tapa em meu bumbum e pernas, passava a língua em minhas costas me fodendo com força e gostoso. "Que delicia de mulher" eu a ouvia dizer enquanto transávamos. então ela  me virou de frente, deitou-se e me conduziu pela cama de maneira em que minha boceta ficou em sua boca, ela por baixo a me lamber e eu por cima dando gemidos de prazer e assim, gozei. Ficamos um tempo deitada, ela de bruços e eu por cima de suas costas, lhe acariciando os cabelos.
***
Ja era noite e Keddy precisava terminar uns relatórios para entregar no dia seguinte. Santiago aguardava por ela para a inauguração do videogame o que não foi possível e já fazia algumas horas que ela estava no escritório. Então preparei um suco e fui ate ela, cheguei por trás pegando em seus ombros e lhe oferecendo o suco. Lhe propus que fosse descansar já que ela estava ali a algum tempo mas ela se negou. Então me sentei em seu colo e ela me disse que realmente precisava terminar o trabalho, mas eu lhe acariciava os cabelos e a beijei. Eu podia sentir o gosto doce de sua boca enquanto deslizava minhas mãos no corpo dela, rebolei um pouco em seu colo me esfregando para provoca-la no que ela puxou meus cabelos beijando-me e mordendo meus lábios. Tomei a liberdade de sentar em sua mesa e a puxei pela blusa para perto de mim, ela afastou os objetos e me deitou sobre a mesa e então começou a  beijar meus pés vagarosamente subindo em direção à virilha.
Keddy se surpreendeu quando notou que embaixo da minha camisola eu usava fio dental, ficou louca. Me puxou para seu colo de maneira que lacei minhas pernas em sua cintura e ela saiu andando comigo no colo pelo escritório até chegarmos na parede. Começou a me foder ali mesmo em seu colo e eu dava gemidos que faziam ela pirar. Me levou novamente pra mesa e me deitou colocou meu pé direito em seu ombro e abrindo bem minhas pernas me fodia com vontade, intensamente.
- eu ti dei um orgasmo mais cedo, mas você esta mesmo insaciável não é?
Balancei a cabeça que sim e ela deu aquele sorriso e me puxou, fiquei de pe, ela me apoiou na mesa de modo que meu bumbum ficou bem empinadinho e voltou a me foder com força, eu rebolava e ela puxava meus cabelos eu gemia e chamava seu nome. Keddy então me fez ajoelhar e colocou seu dedo em minha boca para que eu o chupasse. Suguei tudo, deixando o dedinho dela limpinho, chupando com toda vontade. Então ela novamente me fez deitar sobre a mesa,  pediu que eu abrisse bem as pernas, moveu sua língua em meu clitores enquanto me fodia com dois dedos. Trabalhava intensamente com a língua em meu clitores e nisso eu gozava e minha boceta apertava os dedos dela. Keddy lambeu cada gota do meu gozo.
***
No outro dia, Keddy estava no trabalho quando Samantha adentrou sua sala.
- Trouxe o relatório?
- Sim, aqui esta!
- Pensou no que eu disse, Keddy? Ou devo chama-la de senhora Keddy?
Samantha sabia muito sobre Keddy, era uma mulher sensual, bonita e se vestia muito bem, alem de solteira. Provocante, seduzente, era o sonho de consumo de 90% da empresa.
- Nem precisei pensar para ti dizer que a resposta é não. Você já tem os relatórios, pode sair agora.
- Nossa, a maneira como fala, seu tom de voz realmente ti revelam e me deixa excitada. Nao sei como sua esposa nunca percebeu.
- Não fale da minha esposa!
- Keddy eu e você sabemos que ela jamais lhe dará o que você quer. - Falou enquanto se escorava na mesa ao lado de Keddy, cruzando sensualmente os braços e olhando pela janela. - Deixe-a, fique comigo, você não tem nada a perder.
- Está vendo minha aliança? Sou casada, não tenho motivos para deixa-la.
- Você não tem, mas talvez ela tenha quando ouvir uma gravação em que você dizia que ela não satisfazia seu lado dominador. Você a exibiu, sim, naquele dia, bêbada, você a exibiu para seus amigos. falou da sua esposa. e a empresa inteira sabe que ela não é submissa como você gostaria que ela fosse.
Keddy então apertou o braço de Samantha:
-Pare com isso! Você não é louca!
- Nossa, sua brutalidade ti deixa mesmo sensual, uau! - Samantha se aproximou mais, puxou Keddy pela gola da camisa, encostou seu rosto bem perto e disse vagarosamente enquanto Keddy olhava para seus lábios carnudos de batom vermelho - Você tem ate amanha para decidir se vai ficar comigo ou não, se disser sim, vai realizar seu desejo incontrolável de ser dominadora, caso contrario (risos irônicos), a sua esposa vai ouvir a gravação de você falando sobre ela alem disso, vou demitir você, sou sua chefe caso você tenha esquecido. Tenho certeza que você não é burra.



terça-feira, 4 de agosto de 2015

Conto14

Me chamo Hezel e tenho uma namorada

chamada Shay. Embora eu seja um pouco mais séria e Shay mais sensível, nos amamos e  namoramos a um bom tempo. Ambas jogamos no mesmo time de Rugby e dentro de campo separamos muito bem as coisas, logico sempre se respeitando mas agindo apenas como jogadoras. Entre os amigos somos bastante sociáveis, sempre estamos de bom humor nos divertindo juntas, entretanto como nem tudo é perfeito, confesso que tenho um serio problema com ciumes excessivos, meus amigos não sabem desse meu lado possessivo e controlador, é algo apenas entre mim e minha namorada. Juro que  tentei fazer tratamento psicológico, o que tem nos ajudado bastante, mas as vezes realmente não da pra segurar. 
Certa vez nosso time viajou para uma competição em São Paulo, eram dois dias de jogos e o time buscava concentrar-se ao máximo. Ficamos em um hotel e tivemos que dividir os quartos, cada quarto com 4 pessoas, assim ficou eu, Shay, Adda e Day (que também são namoradas) no mesmo quarto.  O time também contava com uma atleta convidada chamada Aninha, que no passado já havia namorado comigo, mas não havia mais nada entre nós. No primeiro dia de competição, ao final de um jogo, uma jogadora do time adversário chamou Shay e ficaram conversando, como estava no meio das amigas,tentei ao máximo me controlar e não demonstrar o quanto estava incomodada com aquela situação. Quando Shay retornou para perto da gente, obviamente eu comecei a trata-la diferente pra ver se ela se tocava que eu não estava legal. Como se não bastasse isso (juro que tentei esquecer esse episodio pra não brigar com a minha namorada) na volta para o hotel, notei que a mesma mulher que conversava com Shay também estava hospedada no local e isso foi o ponto para que eu ficasse inquieta e estava explodindo de ciumes por dentro. Eu não podia passar uma impressão ruim pro time, era campeonato importante, sendo capitã preciso incentivar o crescimento e não trazer estresse, mas tava impossível. Acabei me estranhando com ela e isso tava tão nítido que nossas colegas de quarto perceberam. Adda e Day tentaram puxar assunto para “quebrar o gelo”, Shay até conversou numa boa, mas eu permaneci séria e calada, so observando. Finalmente o casalzinho foi dormir e agora eu ia ter uma conversinha com a minha mulher. 
- Amor o que você tem? Ta estranha.
Nem respondi, apenas olhei para ela.
- Amor o que fiz?
Sem resposta...
- amor meu ombro da doendo, faz massagem?
- vai pedir pra sua amiguinha do outro time que está hospedada no quarto ao lado.
- Ah não amor, o que é isso, poxa...
- O que vocês estavam conversando hein? – Falei enquanto apertava o braço de Shay
- Aii, ta machucando para!
- Me fala o que vocês estavam conversando, agora!
- pra que você quer saber? Que diferença isso faz? Eu não posso conversar com ninguém não?
- Você não vai me dizer ?
- amor, fala baixo, as meninas estão dormindo. Deixa isso pra lá.
- Pois eu vou lá onde ela saber, e vou agora!
Falei isso e dei dois passos, Shay me segurou desesperadamente. Fiquei mais desconfiada ainda.
- Amor Para!
- Me solta, guria.
- Amor vamos pra cama, Adda e Day estão dormindo você quer que elas acordem e nos vejam brigar? Amanhã a gente conversa.
- Já falei para me soltar, garotinha. Eu não estou brincando.
- Pois eu digo o que estávamos conversando se você também me disser o que você e a Aninha estavam fazendo no banheiro sozinhas.
- Isso não vem caso, estamos falando de você.
- Você ficou um tempão no banheiro com a sua ex. O que vocês faziam tanto lá? Eu tenho direito de saber.
Nao deu pra controlar, acabei dando um tapa em Shay que ela caiu sentada na cama.
- Você acha que eu sou otária? Você fica mudando de assunto e não quer me falar o q estavam conversando, com certeza não era algo agradável.
- Hezel, não precisa me bater. Amanhã a gente tem jogo, as meninas vão acordar, vamos dormir.
- Dormir o caramba! Eu vou lá onde essa mulher tirar satisfação.
- Hezel porque isso é tão importante? Deixa pra lá.
- Deixo não. Me fala agora o que vocês estavam conversando senão você já sabe.
- Meu deus eu não estava fazendo nada demais, que coisa!
- Mentira! – Respondi. Perdi a cabeça de vez e comecei a bater nela pra valer no que ela apanhava calada, colocando as mãos na frente como se quisesse tentar me impedir, as vezes implorava baixinho para que eu parasse, mas eu estava completamente enciumada.
De repente, Adda se levantou, ao ver o movimento, me deitei na cama ao lado do meu amor. Adda foi ao banheiro e depois retornou, acho que o estralos dos tapas acabou acordando elas. Shay virou as costas para mim e se pôs a chorar e soluçar, eu a abracei e tentei lhe fazer carinho, mas eu realmente havia machucado ela não  no físico, mas também sentimentalmente. Por um instante me bateu arrependimento.
No dia seguinte, vencemos o campeonato mas eu e minha namorada estávamos distantes, estranhas, ela estava magoada. No terceiro tempo, que é uma festa de comemoração, estava tudo muito bem com exceção de Shay que estava tristinha. Como capitã tive que demonstrar toda minha alegria pela vitória do time, puxar as canções, dar atenção às pessoas etc,   daí com o decorrer da festa Aninha me chamou em um canto reservado para conversarmos. Nao era nada demais, era apenas uma conversa de amigos, parceiras de time, como eu disse, não tínhamos mais nada, era passado. Shay, indignada, foi até a gente:
-  Hezel eu estou ali do outro lado, o que você está fazendo aqui?
- Estou conversando com a Aninha, amor.
- E o que é tão interessante que vocês não podem conversar onde estão as outras pessoas? O que você quer com minha mulher Aninha?
Nesse momento me levantei  e puxei Shay para o lado, sussurrei em seu ouvido para que subisse e fosse me esperar no quarto para uma conversinha, ela obedeceu sem retrucar. Saiu da festa, pegou o elevador e ficou me aguardando, ela estava um pouco apreensiva.
Cheguei, fechei a porta, entrei seria e andando devagar. Com a voz tremula e carinha de choro, Shay foi logo perguntando:
- Você vai me bater? Olha eu, só fiquei chateada, desculpa minha atitude.
Mas eu nao queria brigar. Encostei ela na parede e prendi suas mãos. A respiração de Shay era ofegante de tão nervosa que estava. Uma lagrima escorreu. Percebi o quanto eu realmente a havia machucado na noite anterior, então a beijei e mordi seus lábios suavemente.

- Quem manda aqui?
- Você Hezel, você que manda.
Tirei a roupa dela, joguei no chão e deitamos na cama. Sussurrei ao seu ouvido que naquela noite eu iria mergulhar em seu intimo e podia ouvir nitidamente sua respiração forte. Com ela totalmente pelada, esfreguei seus dedos em sua vagina molhadinha e comecei a masturba-la enquanto ela gemia e se contorcia de prazer. Geralmente ela costumava gemer baixinho o que me deixava excitada.
Me levantei e a puxei para ficar de , nos beijando fomos andando ate a parede onde pedi que ela ficasse de costas pra mim, apoiasse suas mãos e empinasse o bumbum. Escorreguei meus dedos para dentro dela que gemeu gostosinho.
- Quem manda aqui?
- Você Hezel, você que manda minha capitã.
- Você vai fazer o que eu quiser, não vai?
- Sim, minha capitã, o que você quiser. Toma-me por inteiro!
Enfiei meus dedos cada vez mais profundo e forte e ouço ela gemer, mas dessa vez não um gemido contido como de costume, mas sim um gemido alto e firme como se a tempos desejasse por aquilo. Ela rebolava em meus dedos e eu passava minha língua na tatuagem das suas costas.
Ela já estava prestes a gozar e eu também, estava completamente excitada com aquela situação. Arrastei-a para a cama, nos deitamos novamente e agora eu estava fodendo ela na posição tradicional papaiXmamae contemplava seus olhos, seus lábios se movendo enquanto gemia, a expressão de seu rosto. Desço lambendo abaixo do umbigo, me direcionando as suas partes intimas e passo a língua em toda sua vagina sentindo seu sabor, enfio a língua e ouço seus gemidos fortes, percebo que suas mãos estão apertando o lençol fortemente. Ela pega em meus cabelos, não me pressionando mas com carinho. Então eu paro e ela me puxa como se não quisesse q eu parasse. Peço que ela fique de 4 e ela obedece. Meto uns três tapas fortes em seu bumbum, no que ela geme alto e pergunto se ela ainda vai falar com outra garota em particular sem minha permissão, e ela balança a cabeça dizendo que não. Meto mais alguns tapas fortes em seu bumbum e pergunto se ela ainda vai dar crise de ciumes na frente dos outros ela grita que não. Não é um grito alto, mas é um grito submisso, de dor pelos tapas e de prazer. Volto a foder novamente massageando seu clitores com um dedo e enfiando outros com ela ainda de 4. Ela goza e cai deitada sobre a cama, no que eu a acompanho e observo ela se tremer de prazer. Me deito por cima e a abraço, fico respirando em seu ouvido e enquanto ela esta deitada de bruços por baixo de mim. Eu saio de cima e a viro pra mim, pego em suas mãos, olhos em seus olhos:
- Amor, eu ti amo, desculpa por naquela hora ter feito cena de ciúme.
- eu que ti peço perdão. Eu deveria confiar mais em você. Às vezes eu não consigo me controlar, tenho medo de ti perder te amo demais.
Assim fizemos as pazes. E eu  queria novamente, continuava desejando-a. Então beijei sua boca e fui lambendo entre seus seios ate a barriga, pressionei sua vagina com um dedidinho...
FIM

Ela, Dominadora V [Primeira parte]

Capitulo 5.


- Querida vou comprar o material para a festinha do Santiago.
- Amor, tem certeza? Se eu fosse você não faria essa festinha.
- Qual o problema do meu garoto ter uma festinha? Ele me pediu eu concordei.
- Amor eu so acho que ele não merece. Pagamos colégio caro pra ele e ele ficou de recuperação, fora isso a professora fez uma série de reclamações sobre ele.
- Ele é meu filho. É seu filho também. Eu quero que ele tenha tudo e você também deveria querer.
- Você mima ele demais. Às vezes me deixa sozinha para atender aos caprichos dele. Combinamos de sair no domingo, tirar um tempo pra mim e pra você, mas ele pediu que você levasse ele ao futebol e você simplesmente fez o que ele queria.
- Ta com ciúmes do seu próprio filho, Chaveirinho?
- não é isso, amor. É só que você deveria pensar melhor, além disso eu não tenho tanto dinheiro para bancar uma festa.
- Pense melhor você, é o aniversário do nosso filho.
- E domingo foi o nosso aniversário de casamento que você trocou pelo futebol para agradar o Santiago.
- Ai meu deus! Eu sabia! Já vai começar. Escuta, eu não estou com paciência pra discutir. Bye, Bye!
Keddy fez as compras. Fiquei pensativa, Santiago não merecia, entretanto era meu filho e o aniversario era uma vez por ano. Fiz um esforço financeiro, sabia que ficaria apertada e provavelmente teria que recorrer a Keddy o que era péssimo, mas mesmo assim pensei em agradar o filho.
No dia da festa, passei o dia ocupada, tinha que fazer o bolo, arrumar a casa, as roupas de Santiago de Keddy e as minhas. Pela manha, tratei de juntar o ultimo dinheiro que me restava e comprei um presente para meu filho.
- Santiago, aqui está seu presente, filhote, espero que goste.
- Um carrinho de controle remoto? Mãe, meu pai vai me dar uma coleção da HotWheels e um Playstation que ele prometeu, esse carrinho aqui não é nada. Mas valeu!
Santiago saiu correndo deixando o carrinho pra trás. Nesse momento me senti muito triste, muito mesmo. Caracas, eu me esforcei pra simplesmente rejeitar assim, beleza! Nao falei nada, engoli e continuei a arrumar tudo. Chegada a hora da festa, Keddy entregou seus presentes ao filho que obviamente ficou muito feliz, eu no entanto só observei. 
- O primeiro pedaço de bolo vai para o meu pai que fez toda essa festa. Obrigada pai!
Santiago nem lembrou da minha humilde existência, mais uma vez engoli calada, Keddy apenas comprou os materiais e ainda com a minha ajuda, eu também ajudei a comprar, fiz tudo, isso e aquilo, mas ele  reconhece o pai.. aff.s, vou explodir de raiva e tristeza, nesse momento nem sei qual dos dois pesa mais.  Dia seguinte era hora de limpar a bagunça, Keddy foi ver os presentes com o filho.
- Nossa filho, quanta coisa!
- Ganhei até uma camisa do Sao Paulo, pai. 
- Olha que carrinho bonitinho, quem ti deu?
- Ah esse ai foi a mamãe. Ela me deu ontem de manhã mas eu nem liguei muito, eu sabia que vc ia me dar um bem melhor.
- Que é isso filho, não fale assim. Sua mãe se esforçou bastante para organizar sua festa e ainda comprar seu presente. Por falar nisso, onde ela está?
É eu havia saído. Depois de toda a decepção, resolvi tirar um tempo para mim. Tem horas que vc cansa, esse era o meu momento. Já eram meio dia e eu ainda não havia retornado, a casa continuava uma bagunça e a comida ainda não estava pronta.
- Pai, to com fome.'
- eu também filho, estou ligando pra sua mãe, mas ela não atende.
Ate que eu finalmente cheguei. Arrumada, roupa nova, cabelo feito, salto. Keddy me olhou que eu não consegui decifrar se ela estava surpresa da minha coragem de sair sem avisar ou se estava surpresa com meu novo visual.
- Onde você estava?
- Oi amor. Eu fui onde minha mãe, depois fui fazer umas compras.
- Já é hora do almoço
- É eu sei, Keddy, já até almocei. Agora vou tomar um banho e descansar para sair mais tarde
- Como assim? Eu e Santiago estamos com fome e essa casa está uma bagunça. E pra onde vc pensa que vai mais tarde? Você saiu, não me avisou e já quer sair de novo?
- Cansei, Keddy! A princípio eu não concordei de fazer a festa do Santiago, mas me esforcei para agrada-lo, gastei meus últimos centavos, passei o dia arrumando casa, roupa, comida, preparando tudo. Quis fazer tudo de melhor pra ele, eu fui a uma loja comprar um presente, mas eu não tinha dinheiro suficiente para dar algo realmente bom, então gastei algumas horas para escolher algo que pudesse pelo menos agrada-lo um pouco, comprei um carrinho pra ele e ele simplesmente rejeitou. Disse que você ia dar um presente melhor e tal, ele desprezou, saiu correndo me deixou sozinha e largou o carrinho como se fosse algo qualquer. Eu me esforcei para ter tudo perfeito na festa, fui a primeira a acordar para arrumar a casa, comida e tudo mais enquanto ele dormia, depois ficou assistindo TV e brincando. E não tive ajuda de ninguém, fiz tudo sozinha e ele simplesmente entrega o primeiro pedaço de bolo para o pai que fez a festa pra ele me esquecendo totalmente. Depois de tudo isso vocês querem que eu limpe a bagunça e faça a comida, então vocês lembraram que eu existo quando estavam com fome e viram a casa bagunçada.
- Amor, olha...
- me poupe Keddy, já sei que você vai dar razão a ele e sinceramente não me importo. Eu vou tirar o dia para mim. Fui na casa da minha mãe, ela me deu um pouco de dinheiro, fiz compras e daqui a pouco eu vou sair. Quero me sentir mulher, me sentir especial e se o Santiago quiser ele que limpe a bagunça da festa dele ou ele chame o pai dele para ajudar a limpar já que a única pessoa q ele reconhece é você.
- Amor, entendo que você esteja...
- Chateada? Não eu to bem mais que do que isso, Keddy. Eu estou magoada, frustrada, triste. Ainda me lembro quando vc vivia dizendo que queria ter um filho, eu dizia que não pq eu queria aproveitar mais minha vida com você, mas você insistia. Depois que ele nasceu, vc começou a me tratar diferente, eu me lembro que a gente saia juntas, que mesmo cansada quando vc chegava em casa você me dava toda atenção do mundo. Me lembro que eu acompanhava você aos treinos e de lá a gente saia pra pizzaria ou algo assim, a gente até viajava. Essa Keddy não existe mais pra mim, só existe para o Santiago. A bagunça é do seu filho, limpa você e faz você a comida porque eu já almocei.

Então tomei banho e sai novamente. Keddy ficou completamente calada, no fundo meu ego estava la em cima, primeira vez que eu resolvo enfrenta-la e pareceu ter dado certo. Mas alguns minutos depois fiquei tensa, achei que viria confusão por ai. Ate que eu recebi uma mensagem assim : "Amor você nem me deixou falar, mas eu queria dizer que vc estava linda"
Nem acreditei no que li. É impressão minha ou a Keddy romântica que eu conheci estava voltando? Eu conferi pra ver se o numero era mesmo o dela, reli varias vezes, pra ter certeza. Voltei pra casa com um sorriso que não dava pra esconder.