terça-feira, 4 de agosto de 2015

Conto14

Me chamo Hezel e tenho uma namorada

chamada Shay. Embora eu seja um pouco mais séria e Shay mais sensível, nos amamos e  namoramos a um bom tempo. Ambas jogamos no mesmo time de Rugby e dentro de campo separamos muito bem as coisas, logico sempre se respeitando mas agindo apenas como jogadoras. Entre os amigos somos bastante sociáveis, sempre estamos de bom humor nos divertindo juntas, entretanto como nem tudo é perfeito, confesso que tenho um serio problema com ciumes excessivos, meus amigos não sabem desse meu lado possessivo e controlador, é algo apenas entre mim e minha namorada. Juro que  tentei fazer tratamento psicológico, o que tem nos ajudado bastante, mas as vezes realmente não da pra segurar. 
Certa vez nosso time viajou para uma competição em São Paulo, eram dois dias de jogos e o time buscava concentrar-se ao máximo. Ficamos em um hotel e tivemos que dividir os quartos, cada quarto com 4 pessoas, assim ficou eu, Shay, Adda e Day (que também são namoradas) no mesmo quarto.  O time também contava com uma atleta convidada chamada Aninha, que no passado já havia namorado comigo, mas não havia mais nada entre nós. No primeiro dia de competição, ao final de um jogo, uma jogadora do time adversário chamou Shay e ficaram conversando, como estava no meio das amigas,tentei ao máximo me controlar e não demonstrar o quanto estava incomodada com aquela situação. Quando Shay retornou para perto da gente, obviamente eu comecei a trata-la diferente pra ver se ela se tocava que eu não estava legal. Como se não bastasse isso (juro que tentei esquecer esse episodio pra não brigar com a minha namorada) na volta para o hotel, notei que a mesma mulher que conversava com Shay também estava hospedada no local e isso foi o ponto para que eu ficasse inquieta e estava explodindo de ciumes por dentro. Eu não podia passar uma impressão ruim pro time, era campeonato importante, sendo capitã preciso incentivar o crescimento e não trazer estresse, mas tava impossível. Acabei me estranhando com ela e isso tava tão nítido que nossas colegas de quarto perceberam. Adda e Day tentaram puxar assunto para “quebrar o gelo”, Shay até conversou numa boa, mas eu permaneci séria e calada, so observando. Finalmente o casalzinho foi dormir e agora eu ia ter uma conversinha com a minha mulher. 
- Amor o que você tem? Ta estranha.
Nem respondi, apenas olhei para ela.
- Amor o que fiz?
Sem resposta...
- amor meu ombro da doendo, faz massagem?
- vai pedir pra sua amiguinha do outro time que está hospedada no quarto ao lado.
- Ah não amor, o que é isso, poxa...
- O que vocês estavam conversando hein? – Falei enquanto apertava o braço de Shay
- Aii, ta machucando para!
- Me fala o que vocês estavam conversando, agora!
- pra que você quer saber? Que diferença isso faz? Eu não posso conversar com ninguém não?
- Você não vai me dizer ?
- amor, fala baixo, as meninas estão dormindo. Deixa isso pra lá.
- Pois eu vou lá onde ela saber, e vou agora!
Falei isso e dei dois passos, Shay me segurou desesperadamente. Fiquei mais desconfiada ainda.
- Amor Para!
- Me solta, guria.
- Amor vamos pra cama, Adda e Day estão dormindo você quer que elas acordem e nos vejam brigar? Amanhã a gente conversa.
- Já falei para me soltar, garotinha. Eu não estou brincando.
- Pois eu digo o que estávamos conversando se você também me disser o que você e a Aninha estavam fazendo no banheiro sozinhas.
- Isso não vem caso, estamos falando de você.
- Você ficou um tempão no banheiro com a sua ex. O que vocês faziam tanto lá? Eu tenho direito de saber.
Nao deu pra controlar, acabei dando um tapa em Shay que ela caiu sentada na cama.
- Você acha que eu sou otária? Você fica mudando de assunto e não quer me falar o q estavam conversando, com certeza não era algo agradável.
- Hezel, não precisa me bater. Amanhã a gente tem jogo, as meninas vão acordar, vamos dormir.
- Dormir o caramba! Eu vou lá onde essa mulher tirar satisfação.
- Hezel porque isso é tão importante? Deixa pra lá.
- Deixo não. Me fala agora o que vocês estavam conversando senão você já sabe.
- Meu deus eu não estava fazendo nada demais, que coisa!
- Mentira! – Respondi. Perdi a cabeça de vez e comecei a bater nela pra valer no que ela apanhava calada, colocando as mãos na frente como se quisesse tentar me impedir, as vezes implorava baixinho para que eu parasse, mas eu estava completamente enciumada.
De repente, Adda se levantou, ao ver o movimento, me deitei na cama ao lado do meu amor. Adda foi ao banheiro e depois retornou, acho que o estralos dos tapas acabou acordando elas. Shay virou as costas para mim e se pôs a chorar e soluçar, eu a abracei e tentei lhe fazer carinho, mas eu realmente havia machucado ela não  no físico, mas também sentimentalmente. Por um instante me bateu arrependimento.
No dia seguinte, vencemos o campeonato mas eu e minha namorada estávamos distantes, estranhas, ela estava magoada. No terceiro tempo, que é uma festa de comemoração, estava tudo muito bem com exceção de Shay que estava tristinha. Como capitã tive que demonstrar toda minha alegria pela vitória do time, puxar as canções, dar atenção às pessoas etc,   daí com o decorrer da festa Aninha me chamou em um canto reservado para conversarmos. Nao era nada demais, era apenas uma conversa de amigos, parceiras de time, como eu disse, não tínhamos mais nada, era passado. Shay, indignada, foi até a gente:
-  Hezel eu estou ali do outro lado, o que você está fazendo aqui?
- Estou conversando com a Aninha, amor.
- E o que é tão interessante que vocês não podem conversar onde estão as outras pessoas? O que você quer com minha mulher Aninha?
Nesse momento me levantei  e puxei Shay para o lado, sussurrei em seu ouvido para que subisse e fosse me esperar no quarto para uma conversinha, ela obedeceu sem retrucar. Saiu da festa, pegou o elevador e ficou me aguardando, ela estava um pouco apreensiva.
Cheguei, fechei a porta, entrei seria e andando devagar. Com a voz tremula e carinha de choro, Shay foi logo perguntando:
- Você vai me bater? Olha eu, só fiquei chateada, desculpa minha atitude.
Mas eu nao queria brigar. Encostei ela na parede e prendi suas mãos. A respiração de Shay era ofegante de tão nervosa que estava. Uma lagrima escorreu. Percebi o quanto eu realmente a havia machucado na noite anterior, então a beijei e mordi seus lábios suavemente.

- Quem manda aqui?
- Você Hezel, você que manda.
Tirei a roupa dela, joguei no chão e deitamos na cama. Sussurrei ao seu ouvido que naquela noite eu iria mergulhar em seu intimo e podia ouvir nitidamente sua respiração forte. Com ela totalmente pelada, esfreguei seus dedos em sua vagina molhadinha e comecei a masturba-la enquanto ela gemia e se contorcia de prazer. Geralmente ela costumava gemer baixinho o que me deixava excitada.
Me levantei e a puxei para ficar de , nos beijando fomos andando ate a parede onde pedi que ela ficasse de costas pra mim, apoiasse suas mãos e empinasse o bumbum. Escorreguei meus dedos para dentro dela que gemeu gostosinho.
- Quem manda aqui?
- Você Hezel, você que manda minha capitã.
- Você vai fazer o que eu quiser, não vai?
- Sim, minha capitã, o que você quiser. Toma-me por inteiro!
Enfiei meus dedos cada vez mais profundo e forte e ouço ela gemer, mas dessa vez não um gemido contido como de costume, mas sim um gemido alto e firme como se a tempos desejasse por aquilo. Ela rebolava em meus dedos e eu passava minha língua na tatuagem das suas costas.
Ela já estava prestes a gozar e eu também, estava completamente excitada com aquela situação. Arrastei-a para a cama, nos deitamos novamente e agora eu estava fodendo ela na posição tradicional papaiXmamae contemplava seus olhos, seus lábios se movendo enquanto gemia, a expressão de seu rosto. Desço lambendo abaixo do umbigo, me direcionando as suas partes intimas e passo a língua em toda sua vagina sentindo seu sabor, enfio a língua e ouço seus gemidos fortes, percebo que suas mãos estão apertando o lençol fortemente. Ela pega em meus cabelos, não me pressionando mas com carinho. Então eu paro e ela me puxa como se não quisesse q eu parasse. Peço que ela fique de 4 e ela obedece. Meto uns três tapas fortes em seu bumbum, no que ela geme alto e pergunto se ela ainda vai falar com outra garota em particular sem minha permissão, e ela balança a cabeça dizendo que não. Meto mais alguns tapas fortes em seu bumbum e pergunto se ela ainda vai dar crise de ciumes na frente dos outros ela grita que não. Não é um grito alto, mas é um grito submisso, de dor pelos tapas e de prazer. Volto a foder novamente massageando seu clitores com um dedo e enfiando outros com ela ainda de 4. Ela goza e cai deitada sobre a cama, no que eu a acompanho e observo ela se tremer de prazer. Me deito por cima e a abraço, fico respirando em seu ouvido e enquanto ela esta deitada de bruços por baixo de mim. Eu saio de cima e a viro pra mim, pego em suas mãos, olhos em seus olhos:
- Amor, eu ti amo, desculpa por naquela hora ter feito cena de ciúme.
- eu que ti peço perdão. Eu deveria confiar mais em você. Às vezes eu não consigo me controlar, tenho medo de ti perder te amo demais.
Assim fizemos as pazes. E eu  queria novamente, continuava desejando-a. Então beijei sua boca e fui lambendo entre seus seios ate a barriga, pressionei sua vagina com um dedidinho...
FIM

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