quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Submissão - Estilo de Vida

Costumo pensar que sem a Chaveirinho, 
eu não sou nada. É como se fosse uma "dupla personalidade"? Talvez sim, talvez não. Pra sociedade, faculdade, amigos, família: uma simples garota. Mas dentro de mim ha alguém que as vezes me toma por inteiro, independente de onde eu esteja, Chaveirinho me modifica e meu comportamento muda. A menina que fala pelos cotovelos, ri alto, diz palavrão, curte preguiça, sensível (sou chorona, não aguento um grito), bruta (às vezes), de repente se transforma em alguém de comportamento totalmente oposto: Séria, tom de voz baixo, olhar submisso, forte, disposta (sem preguiça), linguajar brando. 
Por ser escrava, ela não é mimada, não é explosiva, não age de cabeça quente, concentrada, observadora, tem qualidades que eu normalmente não tenho. Geralmente nos meus contos, eu coloco alguns esportes: Rugby, Capoeira, Jiujitsu, são esportes que eu realmente pratico no meu dia-a-dia e eu procuro sempre ser a Chaveirinho nessas horas, porque cá entre nós sou uma "dondoca". Como a Chaves (as vezes me chamam assim) é uma escrava, é exigido dela que não erre, não vacile, senão sera punida por isso e esse pensamento me ajuda a crescer no esporte, me desenvolver melhor.
Um dia, Chaves sumiu... tirou ferias, foi pra senzala (não sei se vc já reparou nos meus contos mas eu moro na casa grande), simplesmente eu não conseguia mais ser a Chaveirinho, ela havia ido embora. O problema é a minha família (assim como a do senhor Gray e talvez de muitos por ai), não sabem desse meu lado submisso, e então um dia invadiram minha privacidade e leram alguns dos meus contos. Quase surtei. Fui pro banheiro me tranquei, e vomitei. Passei muito mal, estavam tocando no meu intimo, estavam tocando no meu "eu", estavam mexendo em algo que nem todos podem tocar, tive febre. A principio não entenderam nada, mas foi uma certa confusão e então Chaveirinho se afastou. Em muitos dos meus contos sempre que chaves fica triste (seja como esposa, escrava, filha) ela fica quieta, calada ou fala palavras curtas, se afasta, essa é a minha personalidade real, sempre que entristeço eu me afasto, me isolo, fico quieta. 
Dia vai, dia vem, e eu não conseguia mais ser a Chaveirinho, ia treinar e mal conseguia correr, meu corpo não respondia, cansava rápido, errava tudo, parecia que era meu primeiro dia nos esportes. Nao conseguia imaginar um conto sequer, nada me excitava, eu dormia cedo, acordava mais cedo ainda, tédio total, assistia TV, estudava e tal mas parecia que faltava algo. Comecei a não ter mais vontade de praticar esporte, ficava em casa, não tinha mais habilidade com o tatame, com a bola. Eu chamava por ela, mas parece que ela não escutava.
Então fui procurar por ela, se um escravo não esta na casa grande ou esta pela fazenda, na senzala ou fugiu. Não acreditei que ela havia fugido. Então fui procura-la na senzala, era em tudo que eu conseguia pensar, sai de casa e fui treinar capoeira. Eu gingava toda desengonçada, não conseguia acertar os golpes, mesmo os mais simples, eu ficava chamando por ela em meu pensamento: -Chaveirinho eu preciso de você. Onde vc esta?
Silencio total. Sem resposta. eu já estava quase desistindo, achei que ela tinha me abandonado. Foi quando o professor chamou pra começar a roda. E então ele pegou o berimbau, eu mais uma vez chamei: - Chaveirinhooooo! - Em meus pensamentos. Eu não ia arriscar entrar na roda sem ao menos saber gingar. E então ele começou a tocar, aquele toque inicial antes da musica em que o berimbau vibra rapidamente, parece um chamado e ai eu tive uma sensação: meu corpo arrepiou, sorri. Coração pulsou forte, fechei os olhos e abri lentamente, Chaveirinho estava de volta. 
Eu estava certa, ela estava mesmo na "senzala". Entrei na roda, joguei com todo meu coração e novamente, chorei, mas dessa vez não de tristeza. 
A submissão, o sado, tudo isso, esse mundo BDSM é fascinante. Nao sei se com alguém já aconteceu isso, principalmente com pessoas submissas, você se submeter a alguém sem que essa pessoa saiba, prestar um favor como se fosse uma ordem, falar com ela em um tom de voz baixo, indicando seu respeito e submissão. Você seleciona a pessoa, pelo seu jeito, pela sua personalidade forte e autoritária, seu porte físico e dai você se aproxima dela, cria amizade e vai se "submetendo" sem que ela saiba, apenas em seu pensamento, vai fazendo as coisas que ela pede, como se fosse uma obediência, vai deixando aos poucos ela controlar a situação e você a protege. Não é fácil esconder o lado submisso e o lado dominador, você tenta da melhor maneira possível, mas sempre suas ações vão indicar quem você é. Acredito que todo mundo tem um personagem dentro de si. A maneira como você se comporta, o seu jeito de falar, de se relacionar, revela a sua natureza (dominador ou submisso). Liberte seu personagem interior, descubra-se, deixe fluir. Por muito tempo escondi a Chaveirinho atras de uma liderança de grupo, atras de autoritarismo com algumas pessoa, tentava me impor de alguma forma, eu tinha medo de alguém olhar em meus olhos e ver a Chaveirinho. Programas de TV, por exemplo a novela mulheres apaixonadas com a cena em que Doris apanhou de seu pai, eu criticava, mudava o canal, ou saia da sala, mudava o assunto, tentava desviar o foco pra que ninguém percebesse a Chaveirinho vibrar dentro de mim.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Ela, dominadora VII [Primeira Parte]

Capitulo 7. Revelando-se

E então ela chegou estressada do trabalho.
- Amor, até que enfim você chegou - Eu a recebi com um sorriso (o que não foi reciproco).
Ela me deu aquela olhada e sem dizer uma palavra foi tomar banho. ao voltar foi direto pra mesa e pediu o jantar.
- Calma ai amor, estou terminando de fazer.
- Fala serio, Chaves (me chamava assim as vezes)! O que ficou fazendo o dia todo? Sabe a hora que chego!
Me desculpei e deixei a comida la cozinhando, me aproximei de Keddy e lhe massageei os ombros. Foi quando chegou uma mensagem em seu celular, pedi pra ver mas ela se negou a mostrar
- Por que não posso ver?
- Porque não lhe diz respeito!
- Me mostra... A não ser que você esteja me escondendo algo, isso tem cheiro de problema.
- O problema é  que o celular não é seu, dá licença!
No impulso tentei pegar o celular, Keddy puxou e ficamos disputando até que o mesmo caiu  no chão espalhando suas partes pela sala de jantar.
- Que droga, Chaves, olha o que você fez!
- Por que não quis me mostrar uma mensagem? É de alguma mulher por acaso? Você esta me traindo?
- Fica quieta, chaves! Nao me estressa!
- Keddy, você não me respondeu, quem ti mandou mensagem?
- Ja chega, paciência esgotou!
- Aiiin, me solta! - Gritei enquanto ela me puxava pelos cabelos. Keddy me batia com toda sua força, estava com tanta raiva que chegou a me fazer sangrar. - Para, já chega! desculpa!
- cala essa boca! Quanto mais você fala mais me irrita!
- Ta machucando muito já chega! Você a quer, pois fica com ela, mas para de me bater!
- já mandei calar a boca!
Chorei, por vezes tentava por as mãos na frente pra me defender, mas era inútil. Quando a surra finalmente acabou, friamente ela se sentou e pediu o jantar como se nada tivesse acontecido. Me levantei ainda tremendo e com dores, em meios as lagrimas atendi ao seu pedido, mas o jantar que eu havia deixado cozinhando queimou enquanto brigávamos. Com raiva ela pegou seu casaco e saiu de casa. Demorou umas duas horas e quando retornou entrou no quarto devagar e me viu terminando de arrumar as malas.
- Que é isso? Por quê essas malas?
- O que vc acha? Eu vou embora, não aguento mais.
- Esta louca? Você não vai a lugar nenhum! - Keddy pegou minha mala, tentei tomar  e ficamos medindo forças ate que ela ganhou a disputa. Eu já sabia o que ia acontecer, então corri em direção a porta, mas ela me pegou pelo braço e me jogou na cama ficando por cima de mim. Logicamente tentei me soltar enquanto ela puxava meu short. Chorei implorando para que parasse e me deixasse sair e dai ela enfiou dois dedos em minha boceta me fodeu com força enquanto me ouvia chorar e eu tentava empurra-la. Keddy se aproximou do meu ouvido e empurrou mais ainda os dedos dentro de mim e pra minha surpresa começou a chorar junto comigo. Devagar tirou os dedos da minha boceta e me abraçou.
- Nao me deixe, você não sabe o que ta fazendo! Nao vá embora, você é meu mundo! 
- Pq me machucou tanto? Eu só quis ver seu celular. Por que escondeu de mim?
- Meu dia não foi legal, dai eu chego em casa e você fica insinuando que eu estou traindo você. Se a mensagem for de mulher e dai? Podem vir mil, sempre vou escolher você. Diz pra mim que você não vai embora, fica comigo, caralho!
- conversa comigo, me explica o que houve. Se não é alguém dando em cima de você, então é o que?
- Meu bem, eu...
- Me explica, Keddy!
Ela tentou me abraçar.
- Nao encosta em mim, eu quero uma explicação.
- Nao posso falar, não desse jeito. Confia em mim, não estou ti traindo.
- Confia você em mim! Ou me fala, ou vou embora.

Keddy me pediu que aguardasse ate o dia seguinte e então ela me explicaria, atendi. Ela passou a noite chorando e aquilo estava doendo em mim.
- Keddy, me fala o que esta havendo!
- Você não me entender, vou perder você, mas não vou mais continuar com isso! 
- Como sabe que não vou entender? Você nem tentou!
- Provavelmente, amanhã eu serei demitida. Você tinha razão, a mensagem era de uma mulher, a Samantha minha subchefe. Sabe, eu saí pra beber com os amigos do trabalho e acabei falando algumas coisas sobre mim que você não sabe, Samantha gravou tudo e ameaçou mostrar você caso eu não ficasse com ela.
- e você ficou com ela? Que coisas são essas que eu não sei? Porque você sera demitida?
- você já ouviu falar em BDSM?
- Claro, um pessoal que gosta de bater e apanhar sei la, o que isso tem a ver?
- eu pertenço ao mundo BDSM, Chaves, sou dominadora e isso é mais forte do que eu. Quando eu ti conheci tinha a certeza que você é a mulher da minha vida, sendo assim prometi a mim mesma jamais revelar a você esse meu lado dominador, ti analisei e sabia que você não curtia isso. Mas mesmo com esse desejo queimando dentro de mim eu estava apaixonada. Acontece que meu "lado BDSM" é muito forte e eu não consigo dominar, chegou a um ponto que eu não consegui mais esconder quem de fato eu era e então pra não enlouquecer eu acabei te introduzindo sem você saber dentro do meu desejo
- Keddy, eu...
- Chaveirinho, quando eu batia em você eu não tinha intenção de ti machucar, mas sim de me satisfazer. É que você gemia, implorava pra eu parar e isso alimentava meu lado dominador cada vez mais, por isso que sempre depois que eu batia em vc, eu acabava me masturbando, quando sua pele ficava marcada eu cuidava de você enquanto contemplava minha obra de arte. Me perdoa mas não consigo controlar isso, eu sou assim! eu não podia dividir isso com você porque você iria pensar que sou louca, e se você me julgasse por isso eu iria ficar muito mal.
- Onde a Samantha entra nisso?
- Lembra da nossa primeira briga? eu me lembro perfeitamente que ti bati e você aceitou, me perdoou. Depois comecei a fazer isso mais e mais ate chegar no nível que estamos, quanto mais você aceitava minha "dominação" mais eu ficava apaixonada por você. Então a Samantha ela é submissa e como ela sabe que eu gosto de dominar ela se ofereceu para que eu a dominasse, mas eu não aceitei. Por vezes ela se insinuava pra mim no trabalho, mas tudo em vão nunca cedi as provocações dela se em casa eu já tinha você. E foi dai que ela me ameaçou mostrar pra você a tal gravação eu admitindo que sou dominadora e falou que se eu não aceitar ficar com ela, vai me demitir.
- Então o que você vai fazer?
- Eu vou procurar outro emprego, vou la amanha assinar minha carta de demissão. Chaveirinho eu amo você entenda isso. Eu fui fraca deixando meus desejos se sobressaírem, mas se você ficar comigo eu ti prometo que vou deletar meu lado dominador da minha vida, por favor não me deixa.
Silencio total. Keddy chorava muito, nunca a vi daquele jeito. então depois de alguns minutos decidi acabar com o suspense.
- Você quer uma submissa? Eu serei sua submissa. Ensina-me a te agradar, me apresenta seu mundo BDSM.
- Tem certeza do esta dizendo? Você pode não gostar e alem do mais...
- Keddy eu não gosto das suas agressões. Isso magoa, mas sendo sua submissa eu sentirei prazer em fazer isso. Você não precisara se impor, apenas ser quem você é. E depois de tudo isso né possível que eu de fato não tenha um lado submisso, afinal eu me sujeitei a todas as suas agressões, mesmo sabendo do seu temperamento eu permaneci ao seu lado, no fundo eu sabia que você não era uma pessoa ruim, só precisava se libertar, esse dia chegou, liberte-se e me liberte também. e se for preciso, fique com a Samantha, salve seu emprego.
- Não! Nunca! Eu não vou trair você. Você é minha mulher e agora sera também minha submissa, não te traio, não te troco, não ti deixo. Meu dever como sua dominadora é proteger você, cuidar de você e Samantha nenhuma me tira isso! Vou ensinar tudo que você precisa saber, meu bem, eu vou cuidar de você.
Ela me abraçou.




quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Ela, Dominadora VI [Primeira Parte]

Capitulo 6.

Quando cheguei, Keddy e Santiago haviam limpado a casa e feito a comida, entretanto eu estava apreensiva já que Keddy era sempre tão fria e bruta e agora parecia estar tranquila, nem mesmo brigou por eu ter saído e tudo que me vinha a cabeça era a maldita frase: "Água mansa também afoga." Andei um pouco pela casa, nossa como estava absolutamente limpa! E acabei me assustando quando a vi parada atras de mim, um ombro encostado na parede, mãos no bolso da calça, sem camisa somente com um sutiã exibindo seu abdômen sexy. Ela se dirigiu a mim e me pegou no colo, nervosa comecei a rir e assim
ela me levou pro quarto. Deitamos na cama e ela acariciava meu cabelo colocando-o atras da orelha. Passou um dedinho em minha boca indicando que eu deveria ficar quieta e pediu que eu aguardasse um instante.
Keddy preparou um pouco de gelo, tirou minha roupa, ainda sem dizer uma palavra, colocou gelo na boca e começou a passear em meu corpo, seios, barriga, virilha nisso eu me arrepiava, respirava fundo e gemia baixinho e foi então que ela chegou com o gelo em meu clitores. Ficou um tempo a me chupar com o auxilio do gelo, nossa que sensação perfeita. Em sua súbita pegada virou-me de costas passou o gelo em minhas costas e o deixou próximo ao meu bumbum, conforme o gelo derretia a água que escorria ia direto para o meu anus escorregando pelo meio do meu bumbum, nossa que delicia! Ela me puxou pra ela me deixando de quatro e então começou a me foder intensamente na boceta eu gemia e rebolava, Keddy por vezes dava tapa em meu bumbum e pernas, passava a língua em minhas costas me fodendo com força e gostoso. "Que delicia de mulher" eu a ouvia dizer enquanto transávamos. então ela  me virou de frente, deitou-se e me conduziu pela cama de maneira em que minha boceta ficou em sua boca, ela por baixo a me lamber e eu por cima dando gemidos de prazer e assim, gozei. Ficamos um tempo deitada, ela de bruços e eu por cima de suas costas, lhe acariciando os cabelos.
***
Ja era noite e Keddy precisava terminar uns relatórios para entregar no dia seguinte. Santiago aguardava por ela para a inauguração do videogame o que não foi possível e já fazia algumas horas que ela estava no escritório. Então preparei um suco e fui ate ela, cheguei por trás pegando em seus ombros e lhe oferecendo o suco. Lhe propus que fosse descansar já que ela estava ali a algum tempo mas ela se negou. Então me sentei em seu colo e ela me disse que realmente precisava terminar o trabalho, mas eu lhe acariciava os cabelos e a beijei. Eu podia sentir o gosto doce de sua boca enquanto deslizava minhas mãos no corpo dela, rebolei um pouco em seu colo me esfregando para provoca-la no que ela puxou meus cabelos beijando-me e mordendo meus lábios. Tomei a liberdade de sentar em sua mesa e a puxei pela blusa para perto de mim, ela afastou os objetos e me deitou sobre a mesa e então começou a  beijar meus pés vagarosamente subindo em direção à virilha.
Keddy se surpreendeu quando notou que embaixo da minha camisola eu usava fio dental, ficou louca. Me puxou para seu colo de maneira que lacei minhas pernas em sua cintura e ela saiu andando comigo no colo pelo escritório até chegarmos na parede. Começou a me foder ali mesmo em seu colo e eu dava gemidos que faziam ela pirar. Me levou novamente pra mesa e me deitou colocou meu pé direito em seu ombro e abrindo bem minhas pernas me fodia com vontade, intensamente.
- eu ti dei um orgasmo mais cedo, mas você esta mesmo insaciável não é?
Balancei a cabeça que sim e ela deu aquele sorriso e me puxou, fiquei de pe, ela me apoiou na mesa de modo que meu bumbum ficou bem empinadinho e voltou a me foder com força, eu rebolava e ela puxava meus cabelos eu gemia e chamava seu nome. Keddy então me fez ajoelhar e colocou seu dedo em minha boca para que eu o chupasse. Suguei tudo, deixando o dedinho dela limpinho, chupando com toda vontade. Então ela novamente me fez deitar sobre a mesa,  pediu que eu abrisse bem as pernas, moveu sua língua em meu clitores enquanto me fodia com dois dedos. Trabalhava intensamente com a língua em meu clitores e nisso eu gozava e minha boceta apertava os dedos dela. Keddy lambeu cada gota do meu gozo.
***
No outro dia, Keddy estava no trabalho quando Samantha adentrou sua sala.
- Trouxe o relatório?
- Sim, aqui esta!
- Pensou no que eu disse, Keddy? Ou devo chama-la de senhora Keddy?
Samantha sabia muito sobre Keddy, era uma mulher sensual, bonita e se vestia muito bem, alem de solteira. Provocante, seduzente, era o sonho de consumo de 90% da empresa.
- Nem precisei pensar para ti dizer que a resposta é não. Você já tem os relatórios, pode sair agora.
- Nossa, a maneira como fala, seu tom de voz realmente ti revelam e me deixa excitada. Nao sei como sua esposa nunca percebeu.
- Não fale da minha esposa!
- Keddy eu e você sabemos que ela jamais lhe dará o que você quer. - Falou enquanto se escorava na mesa ao lado de Keddy, cruzando sensualmente os braços e olhando pela janela. - Deixe-a, fique comigo, você não tem nada a perder.
- Está vendo minha aliança? Sou casada, não tenho motivos para deixa-la.
- Você não tem, mas talvez ela tenha quando ouvir uma gravação em que você dizia que ela não satisfazia seu lado dominador. Você a exibiu, sim, naquele dia, bêbada, você a exibiu para seus amigos. falou da sua esposa. e a empresa inteira sabe que ela não é submissa como você gostaria que ela fosse.
Keddy então apertou o braço de Samantha:
-Pare com isso! Você não é louca!
- Nossa, sua brutalidade ti deixa mesmo sensual, uau! - Samantha se aproximou mais, puxou Keddy pela gola da camisa, encostou seu rosto bem perto e disse vagarosamente enquanto Keddy olhava para seus lábios carnudos de batom vermelho - Você tem ate amanha para decidir se vai ficar comigo ou não, se disser sim, vai realizar seu desejo incontrolável de ser dominadora, caso contrario (risos irônicos), a sua esposa vai ouvir a gravação de você falando sobre ela alem disso, vou demitir você, sou sua chefe caso você tenha esquecido. Tenho certeza que você não é burra.



terça-feira, 4 de agosto de 2015

Conto14

Me chamo Hezel e tenho uma namorada

chamada Shay. Embora eu seja um pouco mais séria e Shay mais sensível, nos amamos e  namoramos a um bom tempo. Ambas jogamos no mesmo time de Rugby e dentro de campo separamos muito bem as coisas, logico sempre se respeitando mas agindo apenas como jogadoras. Entre os amigos somos bastante sociáveis, sempre estamos de bom humor nos divertindo juntas, entretanto como nem tudo é perfeito, confesso que tenho um serio problema com ciumes excessivos, meus amigos não sabem desse meu lado possessivo e controlador, é algo apenas entre mim e minha namorada. Juro que  tentei fazer tratamento psicológico, o que tem nos ajudado bastante, mas as vezes realmente não da pra segurar. 
Certa vez nosso time viajou para uma competição em São Paulo, eram dois dias de jogos e o time buscava concentrar-se ao máximo. Ficamos em um hotel e tivemos que dividir os quartos, cada quarto com 4 pessoas, assim ficou eu, Shay, Adda e Day (que também são namoradas) no mesmo quarto.  O time também contava com uma atleta convidada chamada Aninha, que no passado já havia namorado comigo, mas não havia mais nada entre nós. No primeiro dia de competição, ao final de um jogo, uma jogadora do time adversário chamou Shay e ficaram conversando, como estava no meio das amigas,tentei ao máximo me controlar e não demonstrar o quanto estava incomodada com aquela situação. Quando Shay retornou para perto da gente, obviamente eu comecei a trata-la diferente pra ver se ela se tocava que eu não estava legal. Como se não bastasse isso (juro que tentei esquecer esse episodio pra não brigar com a minha namorada) na volta para o hotel, notei que a mesma mulher que conversava com Shay também estava hospedada no local e isso foi o ponto para que eu ficasse inquieta e estava explodindo de ciumes por dentro. Eu não podia passar uma impressão ruim pro time, era campeonato importante, sendo capitã preciso incentivar o crescimento e não trazer estresse, mas tava impossível. Acabei me estranhando com ela e isso tava tão nítido que nossas colegas de quarto perceberam. Adda e Day tentaram puxar assunto para “quebrar o gelo”, Shay até conversou numa boa, mas eu permaneci séria e calada, so observando. Finalmente o casalzinho foi dormir e agora eu ia ter uma conversinha com a minha mulher. 
- Amor o que você tem? Ta estranha.
Nem respondi, apenas olhei para ela.
- Amor o que fiz?
Sem resposta...
- amor meu ombro da doendo, faz massagem?
- vai pedir pra sua amiguinha do outro time que está hospedada no quarto ao lado.
- Ah não amor, o que é isso, poxa...
- O que vocês estavam conversando hein? – Falei enquanto apertava o braço de Shay
- Aii, ta machucando para!
- Me fala o que vocês estavam conversando, agora!
- pra que você quer saber? Que diferença isso faz? Eu não posso conversar com ninguém não?
- Você não vai me dizer ?
- amor, fala baixo, as meninas estão dormindo. Deixa isso pra lá.
- Pois eu vou lá onde ela saber, e vou agora!
Falei isso e dei dois passos, Shay me segurou desesperadamente. Fiquei mais desconfiada ainda.
- Amor Para!
- Me solta, guria.
- Amor vamos pra cama, Adda e Day estão dormindo você quer que elas acordem e nos vejam brigar? Amanhã a gente conversa.
- Já falei para me soltar, garotinha. Eu não estou brincando.
- Pois eu digo o que estávamos conversando se você também me disser o que você e a Aninha estavam fazendo no banheiro sozinhas.
- Isso não vem caso, estamos falando de você.
- Você ficou um tempão no banheiro com a sua ex. O que vocês faziam tanto lá? Eu tenho direito de saber.
Nao deu pra controlar, acabei dando um tapa em Shay que ela caiu sentada na cama.
- Você acha que eu sou otária? Você fica mudando de assunto e não quer me falar o q estavam conversando, com certeza não era algo agradável.
- Hezel, não precisa me bater. Amanhã a gente tem jogo, as meninas vão acordar, vamos dormir.
- Dormir o caramba! Eu vou lá onde essa mulher tirar satisfação.
- Hezel porque isso é tão importante? Deixa pra lá.
- Deixo não. Me fala agora o que vocês estavam conversando senão você já sabe.
- Meu deus eu não estava fazendo nada demais, que coisa!
- Mentira! – Respondi. Perdi a cabeça de vez e comecei a bater nela pra valer no que ela apanhava calada, colocando as mãos na frente como se quisesse tentar me impedir, as vezes implorava baixinho para que eu parasse, mas eu estava completamente enciumada.
De repente, Adda se levantou, ao ver o movimento, me deitei na cama ao lado do meu amor. Adda foi ao banheiro e depois retornou, acho que o estralos dos tapas acabou acordando elas. Shay virou as costas para mim e se pôs a chorar e soluçar, eu a abracei e tentei lhe fazer carinho, mas eu realmente havia machucado ela não  no físico, mas também sentimentalmente. Por um instante me bateu arrependimento.
No dia seguinte, vencemos o campeonato mas eu e minha namorada estávamos distantes, estranhas, ela estava magoada. No terceiro tempo, que é uma festa de comemoração, estava tudo muito bem com exceção de Shay que estava tristinha. Como capitã tive que demonstrar toda minha alegria pela vitória do time, puxar as canções, dar atenção às pessoas etc,   daí com o decorrer da festa Aninha me chamou em um canto reservado para conversarmos. Nao era nada demais, era apenas uma conversa de amigos, parceiras de time, como eu disse, não tínhamos mais nada, era passado. Shay, indignada, foi até a gente:
-  Hezel eu estou ali do outro lado, o que você está fazendo aqui?
- Estou conversando com a Aninha, amor.
- E o que é tão interessante que vocês não podem conversar onde estão as outras pessoas? O que você quer com minha mulher Aninha?
Nesse momento me levantei  e puxei Shay para o lado, sussurrei em seu ouvido para que subisse e fosse me esperar no quarto para uma conversinha, ela obedeceu sem retrucar. Saiu da festa, pegou o elevador e ficou me aguardando, ela estava um pouco apreensiva.
Cheguei, fechei a porta, entrei seria e andando devagar. Com a voz tremula e carinha de choro, Shay foi logo perguntando:
- Você vai me bater? Olha eu, só fiquei chateada, desculpa minha atitude.
Mas eu nao queria brigar. Encostei ela na parede e prendi suas mãos. A respiração de Shay era ofegante de tão nervosa que estava. Uma lagrima escorreu. Percebi o quanto eu realmente a havia machucado na noite anterior, então a beijei e mordi seus lábios suavemente.

- Quem manda aqui?
- Você Hezel, você que manda.
Tirei a roupa dela, joguei no chão e deitamos na cama. Sussurrei ao seu ouvido que naquela noite eu iria mergulhar em seu intimo e podia ouvir nitidamente sua respiração forte. Com ela totalmente pelada, esfreguei seus dedos em sua vagina molhadinha e comecei a masturba-la enquanto ela gemia e se contorcia de prazer. Geralmente ela costumava gemer baixinho o que me deixava excitada.
Me levantei e a puxei para ficar de , nos beijando fomos andando ate a parede onde pedi que ela ficasse de costas pra mim, apoiasse suas mãos e empinasse o bumbum. Escorreguei meus dedos para dentro dela que gemeu gostosinho.
- Quem manda aqui?
- Você Hezel, você que manda minha capitã.
- Você vai fazer o que eu quiser, não vai?
- Sim, minha capitã, o que você quiser. Toma-me por inteiro!
Enfiei meus dedos cada vez mais profundo e forte e ouço ela gemer, mas dessa vez não um gemido contido como de costume, mas sim um gemido alto e firme como se a tempos desejasse por aquilo. Ela rebolava em meus dedos e eu passava minha língua na tatuagem das suas costas.
Ela já estava prestes a gozar e eu também, estava completamente excitada com aquela situação. Arrastei-a para a cama, nos deitamos novamente e agora eu estava fodendo ela na posição tradicional papaiXmamae contemplava seus olhos, seus lábios se movendo enquanto gemia, a expressão de seu rosto. Desço lambendo abaixo do umbigo, me direcionando as suas partes intimas e passo a língua em toda sua vagina sentindo seu sabor, enfio a língua e ouço seus gemidos fortes, percebo que suas mãos estão apertando o lençol fortemente. Ela pega em meus cabelos, não me pressionando mas com carinho. Então eu paro e ela me puxa como se não quisesse q eu parasse. Peço que ela fique de 4 e ela obedece. Meto uns três tapas fortes em seu bumbum, no que ela geme alto e pergunto se ela ainda vai falar com outra garota em particular sem minha permissão, e ela balança a cabeça dizendo que não. Meto mais alguns tapas fortes em seu bumbum e pergunto se ela ainda vai dar crise de ciumes na frente dos outros ela grita que não. Não é um grito alto, mas é um grito submisso, de dor pelos tapas e de prazer. Volto a foder novamente massageando seu clitores com um dedo e enfiando outros com ela ainda de 4. Ela goza e cai deitada sobre a cama, no que eu a acompanho e observo ela se tremer de prazer. Me deito por cima e a abraço, fico respirando em seu ouvido e enquanto ela esta deitada de bruços por baixo de mim. Eu saio de cima e a viro pra mim, pego em suas mãos, olhos em seus olhos:
- Amor, eu ti amo, desculpa por naquela hora ter feito cena de ciúme.
- eu que ti peço perdão. Eu deveria confiar mais em você. Às vezes eu não consigo me controlar, tenho medo de ti perder te amo demais.
Assim fizemos as pazes. E eu  queria novamente, continuava desejando-a. Então beijei sua boca e fui lambendo entre seus seios ate a barriga, pressionei sua vagina com um dedidinho...
FIM

Ela, Dominadora V [Primeira parte]

Capitulo 5.


- Querida vou comprar o material para a festinha do Santiago.
- Amor, tem certeza? Se eu fosse você não faria essa festinha.
- Qual o problema do meu garoto ter uma festinha? Ele me pediu eu concordei.
- Amor eu so acho que ele não merece. Pagamos colégio caro pra ele e ele ficou de recuperação, fora isso a professora fez uma série de reclamações sobre ele.
- Ele é meu filho. É seu filho também. Eu quero que ele tenha tudo e você também deveria querer.
- Você mima ele demais. Às vezes me deixa sozinha para atender aos caprichos dele. Combinamos de sair no domingo, tirar um tempo pra mim e pra você, mas ele pediu que você levasse ele ao futebol e você simplesmente fez o que ele queria.
- Ta com ciúmes do seu próprio filho, Chaveirinho?
- não é isso, amor. É só que você deveria pensar melhor, além disso eu não tenho tanto dinheiro para bancar uma festa.
- Pense melhor você, é o aniversário do nosso filho.
- E domingo foi o nosso aniversário de casamento que você trocou pelo futebol para agradar o Santiago.
- Ai meu deus! Eu sabia! Já vai começar. Escuta, eu não estou com paciência pra discutir. Bye, Bye!
Keddy fez as compras. Fiquei pensativa, Santiago não merecia, entretanto era meu filho e o aniversario era uma vez por ano. Fiz um esforço financeiro, sabia que ficaria apertada e provavelmente teria que recorrer a Keddy o que era péssimo, mas mesmo assim pensei em agradar o filho.
No dia da festa, passei o dia ocupada, tinha que fazer o bolo, arrumar a casa, as roupas de Santiago de Keddy e as minhas. Pela manha, tratei de juntar o ultimo dinheiro que me restava e comprei um presente para meu filho.
- Santiago, aqui está seu presente, filhote, espero que goste.
- Um carrinho de controle remoto? Mãe, meu pai vai me dar uma coleção da HotWheels e um Playstation que ele prometeu, esse carrinho aqui não é nada. Mas valeu!
Santiago saiu correndo deixando o carrinho pra trás. Nesse momento me senti muito triste, muito mesmo. Caracas, eu me esforcei pra simplesmente rejeitar assim, beleza! Nao falei nada, engoli e continuei a arrumar tudo. Chegada a hora da festa, Keddy entregou seus presentes ao filho que obviamente ficou muito feliz, eu no entanto só observei. 
- O primeiro pedaço de bolo vai para o meu pai que fez toda essa festa. Obrigada pai!
Santiago nem lembrou da minha humilde existência, mais uma vez engoli calada, Keddy apenas comprou os materiais e ainda com a minha ajuda, eu também ajudei a comprar, fiz tudo, isso e aquilo, mas ele  reconhece o pai.. aff.s, vou explodir de raiva e tristeza, nesse momento nem sei qual dos dois pesa mais.  Dia seguinte era hora de limpar a bagunça, Keddy foi ver os presentes com o filho.
- Nossa filho, quanta coisa!
- Ganhei até uma camisa do Sao Paulo, pai. 
- Olha que carrinho bonitinho, quem ti deu?
- Ah esse ai foi a mamãe. Ela me deu ontem de manhã mas eu nem liguei muito, eu sabia que vc ia me dar um bem melhor.
- Que é isso filho, não fale assim. Sua mãe se esforçou bastante para organizar sua festa e ainda comprar seu presente. Por falar nisso, onde ela está?
É eu havia saído. Depois de toda a decepção, resolvi tirar um tempo para mim. Tem horas que vc cansa, esse era o meu momento. Já eram meio dia e eu ainda não havia retornado, a casa continuava uma bagunça e a comida ainda não estava pronta.
- Pai, to com fome.'
- eu também filho, estou ligando pra sua mãe, mas ela não atende.
Ate que eu finalmente cheguei. Arrumada, roupa nova, cabelo feito, salto. Keddy me olhou que eu não consegui decifrar se ela estava surpresa da minha coragem de sair sem avisar ou se estava surpresa com meu novo visual.
- Onde você estava?
- Oi amor. Eu fui onde minha mãe, depois fui fazer umas compras.
- Já é hora do almoço
- É eu sei, Keddy, já até almocei. Agora vou tomar um banho e descansar para sair mais tarde
- Como assim? Eu e Santiago estamos com fome e essa casa está uma bagunça. E pra onde vc pensa que vai mais tarde? Você saiu, não me avisou e já quer sair de novo?
- Cansei, Keddy! A princípio eu não concordei de fazer a festa do Santiago, mas me esforcei para agrada-lo, gastei meus últimos centavos, passei o dia arrumando casa, roupa, comida, preparando tudo. Quis fazer tudo de melhor pra ele, eu fui a uma loja comprar um presente, mas eu não tinha dinheiro suficiente para dar algo realmente bom, então gastei algumas horas para escolher algo que pudesse pelo menos agrada-lo um pouco, comprei um carrinho pra ele e ele simplesmente rejeitou. Disse que você ia dar um presente melhor e tal, ele desprezou, saiu correndo me deixou sozinha e largou o carrinho como se fosse algo qualquer. Eu me esforcei para ter tudo perfeito na festa, fui a primeira a acordar para arrumar a casa, comida e tudo mais enquanto ele dormia, depois ficou assistindo TV e brincando. E não tive ajuda de ninguém, fiz tudo sozinha e ele simplesmente entrega o primeiro pedaço de bolo para o pai que fez a festa pra ele me esquecendo totalmente. Depois de tudo isso vocês querem que eu limpe a bagunça e faça a comida, então vocês lembraram que eu existo quando estavam com fome e viram a casa bagunçada.
- Amor, olha...
- me poupe Keddy, já sei que você vai dar razão a ele e sinceramente não me importo. Eu vou tirar o dia para mim. Fui na casa da minha mãe, ela me deu um pouco de dinheiro, fiz compras e daqui a pouco eu vou sair. Quero me sentir mulher, me sentir especial e se o Santiago quiser ele que limpe a bagunça da festa dele ou ele chame o pai dele para ajudar a limpar já que a única pessoa q ele reconhece é você.
- Amor, entendo que você esteja...
- Chateada? Não eu to bem mais que do que isso, Keddy. Eu estou magoada, frustrada, triste. Ainda me lembro quando vc vivia dizendo que queria ter um filho, eu dizia que não pq eu queria aproveitar mais minha vida com você, mas você insistia. Depois que ele nasceu, vc começou a me tratar diferente, eu me lembro que a gente saia juntas, que mesmo cansada quando vc chegava em casa você me dava toda atenção do mundo. Me lembro que eu acompanhava você aos treinos e de lá a gente saia pra pizzaria ou algo assim, a gente até viajava. Essa Keddy não existe mais pra mim, só existe para o Santiago. A bagunça é do seu filho, limpa você e faz você a comida porque eu já almocei.

Então tomei banho e sai novamente. Keddy ficou completamente calada, no fundo meu ego estava la em cima, primeira vez que eu resolvo enfrenta-la e pareceu ter dado certo. Mas alguns minutos depois fiquei tensa, achei que viria confusão por ai. Ate que eu recebi uma mensagem assim : "Amor você nem me deixou falar, mas eu queria dizer que vc estava linda"
Nem acreditei no que li. É impressão minha ou a Keddy romântica que eu conheci estava voltando? Eu conferi pra ver se o numero era mesmo o dela, reli varias vezes, pra ter certeza. Voltei pra casa com um sorriso que não dava pra esconder. 

domingo, 2 de agosto de 2015

Ela, Dominadora III e IV [Primeira parte]

Capitulo 3.


- Como está se sentindo, amor? Esta ansiosa?
- Bastante. Amanhã será o jantar oficial com o presidente e a comissão do clube. Hoje virei almoçar em casa, e na sequencia levarei os documentos para o treinador.
- Poxa amor, estou orgulhosa de você! Tenho certeza que vocês vencerão esse campeonato. 
- Obrigada, meu bem! Olha só, meus documentos estão nessa pasta, toma cuidado que vou leva-la ao treinador apos o almoço.
Nos beijamos. Keddy levou Santiago à escola e foi ao trabalho em seguida. As 10:00hs busquei nosso filho na escola e enquanto eu cozinhava e arrumava a casa, Santiago ficava brincando. Minha esposa estava as vésperas de um campeonato muito importante e estava um pouco estressada, eu a compreendia tendo em vista o esforço que ela fazia, treinos, dietas etc tudo isso fora a correria para arranjar atestados, oficios entre outros documentos exigidos pela confederação esportiva.
Quando Keddy chegou para o almoço, nem quis papo  foi logo dar uma última conferida em seus documentos para saber se estavam certos, mas pra sua surpresa não encontrou a pasta no lugar em que deixou.
- Amor onde está minha pasta?
- Está na mesinha, meu bem.
- Eu também achei que estava. Santiago, filhote você viu uma pasta azul que estava na mesinha do pai?
- Sim pai, vou buscar. – Santiago apareceu com a pasta e os documentos. 
- O que vc estava fazendo com meus documentos filho? Você sabe que não pode mexer nas minhas coisas, já conversamos sobre isso.
- Desculpa pai, eu pensava que você não queria mais. Estava brincando de escritório.
Keddy conferiu os documentos e notou que estava faltando um, logo me chamou para uma conversa daquelas:
- Chaveirinho, vem cá!
- Oi mor, o que foi?
- Ta faltando um documento aqui. Minha pasta estava com o Santiago, o que eu pedi a você mais cedo? 
- Pra eu cuidar da pasta - Respondi nervosa e com voz de choro.
- então porque não cuidou?
- Eu estava ocupada meu amor, não vi que ele tinha pegado.
- Ah você não viu? Pois vou ti ensinar a ver a partir de agora.
- Não, amor! Calma! Só foi um momento de descuido.
- Um momento de descuido que pode custar minha carreira inteira! Vai pro quarto, agora!
- Amor, não faz isso!
- Vai pro quarto antes que eu mesma leve você.
 Obedeci e entrei no quarto ja chorando. De imediato me ajoelhei e fiquei aguardando por ela. Keddy se aproximou de mim, séria, com aquele olhar penetrante e eu logo coloquei as mãos na frente como se estivesse prevendo que ela iria me bater. De certo minha "previsão" funcionou, quando com bastante ignorância ela segurou minhas mãos me deixando indefesa e a merce dela e começou a me bater brutalmente. Parece que todos os dias de treino, dieta, estresse, ansiedade, e todos os outros sentimentos que acompanham o campeonato estavam sendo liberados em cima de mim de uma maneira cruel. Eu não conseguia pensar em nada, apenas gemia. 
- Vou tentar recuperar o documento, se eu não conseguir quando eu chegar, você apanha novamente!
Keddy saiu apressada para recuperar o documento. Ao chegar foi recebida pelo filho com um abraço apertado:
- pai fiz esse desenho pra você.
- hum, deixa eu ver!
- esse é você, aqui é a trave e o campo. Esse sou eu e a mamãe torcendo por você. Pai quando eu crescer quero ser goleiro que nem você.
- Ai que lindo meu filho! Onde esta sua mãe?
- Ta no quarto, acho que ela está triste.
- Deve ser impressão sua, filho. Agora vamos dormir que já esta tarde já são 22:30h.
- Aaah não pai...
- Ah sim! Se você quer ser goleiro tem que dormir na hora certa, sempre!
Keddy colocou Santiago na cama e foi pro nosso quarto:
- Chaveirinho, como você esta?
- bem.
- ta bem mesmo?
- sim. 
Eu dava palavras curtas, demonstrando estar triste. Ela se aproximou para me beijar mas eu virei o rosto, foi o suficiente para ela entender que eu não estava legal.
- olha o que comprei pra você. Um vestido para usar amanhã no jantar, espero que goste.
Recebi e guardei nem mesmo olhei. Ela então me abraçou e beijou minha nuca, tirou do bolso um colar, me levou até o espelho e colocou colar no meu pescoço:

- Me desculpa por hoje minha princesa.
Desabei. Naquele momento uma lagrima escorreu. Ela me abraçou fortemente como se estivesse me pedindo desculpa ou me protegendo de algo, não sei, foi um abraço sereno mas apertado, meio contraditório, mas era exatamente isso.
- Fiquei tão tensa com os documentos que acabei fazendo besteira. Amor vc é a mulher mais linda e encantadora que existe... Eu ti amo! Vem cá deixa eu cuidar de você.
É eu sei, são simples palavras, mas ela tinha o poder de me fazer sentir especial, daí pra completar ela deu um sorriso. Como resistir ao sorriso de Keddy? Quando ela ri, seus olhos ficam apertados, era um sorriso apaixonante. 

Capitulo 4.




Keddy dormiu abraçadinha comigo. Confesso que eu estava triste, não  por ela ter me batido mas também porque foi algo que não provoquei, eu estava ocupada e não vi que Santiago havia pegado os documentos. De fato me senti inútil. Nao vou mentir, logico que no fundo eu fiquei bem feliz com o presente,  algum tempo ela não me dava presentes, mas o momento não estava me permitindo demonstrar minha alegria. No dia seguinte, (o dia tão esperado) estamos arrumadas para o jantar oficial do clube de futebol. Eu estava usando o vestido e o colar que meu amor havia me dado na noite anterior.
Durante o jantar tudo ocorreu tudo muito bem, e logo surgiram alguns comentários e elogios sobre mim, o que deixou meu ego la em cima. Durante toda a cerimonia, Keddy me dava aquelas olhadas e eu ficava um pouco nervosa, por não saber o real significado disso. Pra completar, ela tomou uísque, (geralmente quando ela bebe o clima costuma ficar tenso, sendo assim eu  estava me preparando para alguma eventual discussão). Ao final, nos despedimos dos amigos e a essa altura eu  estava tensa, coração acelerado, e então Keddy me deu as mãos e saímos. Ela abriu a porta do carro para mim e saímos pela cidade, nos distanciávamos da direção de casa, foi quando entramos em um motel. Na ocasião, ela escolheu o melhor quarto que poderia pagar me abraçou e puxou para bem perto dela, colou seu corpo no meu, subiu as mãos pelas minhas costas até a nuca, beijou meu pescoço, beijou minha orelha suavemente deixando-me ouvir sua respiração. Começou a explorar meu corpo vagarosamente mas com firmeza, não com força mas com vontade.
Me provocava descendo sua mão por minhas costas (ela sabia meu ponto fraco) e tocou nas nádegas e pernas, subiu e passou por entre meus seios beijando-me e simplesmente olhando para mim, passou a mão por entre minhas coxas, enfim ficou a passear por todo corpo durante algum tempo procurando não só provocar-me, mas também sentir e conhecer meu corpo, minhas curvas, a textura da pele, tudo sem tocar nas zonas erógenas.
Keddy estava empolgada, romântica como a muito tempo não se via. Conforme fui cedendo, Keddy foi contornando meus seios até chegar nos mamilos e virando as mãos, passou suavemente as costas dos dedos entreabertos, na sequencia prendeu o mamilo entre seus dedos e apertou suavemente. Brincou assim por algum tempo, sempre com carinho e sem pressa. Desceu a mão passando por minha barriga e quadril e passou a mão na parte interna da coxa, sempre suavemente. Com movimentos circulares foi se aproximando vagarosa e perigosamente da virilha beijou-me com carinho e meteu a mão por entre minhas pernas fazendo uma leve pressão por cima da roupa. Continuou beijando-me, beijando meu corpo,  me deixando bem à vontade a delirar em seus braços. Keddy começou a tirar a minha roupa e em seguida a sua própria, porem tirava as roupas devagar, beijando-me, sem interromper o clima.

Nos deitamos. Eu mexia nos cabelos de Keddy olhando pra ela com brilhos nos olhos, enquanto ela me elogiava, eu também tentava elogia-la mas eu tava tao feliz e ao mesmo tao tímida diante de tantos elogios que não consegui arranjar palavras para descreve-la. Comigo nua, Keddy seguia o mesmo roteiro deslizando sempre as mãos pelo meu corpo sentindo toda extensão de minha pele e curvas, na íntegra, sem nada entre sua pele e a minha. Fazia movimentos circulares com a língua nos  meus seios enquanto continuava passeando as mãos pelo meu corpo. Acariciava minha coxa, fazendo o jogo de aproximação perigosa, não deslizando a mão diretamente para entre as pernas, mas, indo e voltando um pouquinho, chegando cada vez mais perto, voltando, chegando mais perto ainda, voltando, em movimentos circulares, até chegar nas minhas partes intimas, e chegando la, sua primeira atitude foi tocar na entrada da vagina, para verificar se eu realmente estava excitada embora nem precisasse pois o meu olhar já dizia tudo. Tocou-me carinhosa, suave e vagarosamente. Separando delicadamente com o polegar os grandes lábios, Keddy se preparava para fazer sexo oral. Começa beijando a virilha, a barriga, o umbigo. Foi se aproximando até finalmente tocar a área genital. Keddy começou passando a língua lentamente por toda extensão começando pela base da vagina, mas por cima, sem enfiar a língua por dentro, foi então, lambendo toda área, beijando-me, fazendo círculos com a língua. Eu me contorcia e gemia segurava firme o lençol e acariciava os cabelos dela. Então, começou a lamber a entrada da vagina, penetrou um pouquinho a vagina com sua língua. Keddy me conhecia muito bem, sabia exatamente como me agradar.
Começou então a beijar diretamente o clitóris, depois a lambê-lo lentamente e foi aumentando a velocidade, eu mal podia aguentar, estava prestes a gozar. Keddy então colocou um dedinho na entrada da minha vagina e deslizou-o para dentro, lentamente no início, massageando o "teto" da vagina em seguida acrescentou mais um dedo fazendo os movimentos agora um pouco mais rápido tudo isso sem parar de fazer o oral. Eu respirava ofegante e gemia. O sexo começou a ficar mais intenso, Keddy agora pôs um dedinho em meu ânus, delicadamente com toda paciência e começou a move-lo enquanto continuava estimulando o meu clitóris com a língua. Em seguida, ela penetrou novamente na minha vagina o dedinho e continuou com outro no ânus, os movimentos começam a ficar mais rápidos e mais fortes até que finalmente,  gozei.
Quando acaba o sexo, fomos para o banheiro tomar uma ducha, depois ficamos um tempinho deitadas na cama com direito a muito carinho e beijos.

- Baseado no site Acidez mental

Ela, Dominadora I e II [Primeira parte]

Capitulo 1.


 - Amor, vamos sair hoje à noite? Perguntei, enquanto a abraçava.
- Pra onde vc quer sair? E o nosso filho vai ficar com quem? Eu chego tarde do treino hoje.
- Ok, Keddy... já entendi, não dá pra sair... Mas não sei se quando você chegar, vai me encontrar em casa. - Retruquei enquanto saia de perto dela.
- E pra onde vc acha que vai?
- Sair ué... cansei disso! Cansei de esperar sua boa vontade, vou me arrumar e vou sair, 
- você não vai sair, pelo menos não sozinha!
- Mas eu acabei de ti convidar pra sair e vc inventou mil desculpas.
- Nao é questão de inventar desculpas, eu chego cansada, sabia?
- Ah e eu não me canso? Eu trabalho, cuido dessa casa, cuido das suas coisas, do nosso filho. Quando você chega em casa, a única coisa que vc faz é dar atenção pro nosso filho e pronto depois disso apenas diz que está cansada e dorme. Você não conversa mais comigo, você não me dá mais atenção, quando vc está de folga você simplesmente sai para beber ou então fica o dia todo jogando videogame com o Santiago e simplesmente esquece que eu existo. A gente nem transa mais. Eu to cansada disso.
- você está cansada do nosso casamento? Você ta cansada da nossa vida?
- Não é exatamente isso. Eu so quero um pouco de atenção! Eu só queria que pelo menos uma vez, pelo menos um dia você saísse comigo sem ter hora pra voltar, sem preocupações, que vc me desse atenção exclusiva como antes.
- Atenção Exclusiva? Deixa de ser egoísta! Temos uma família, alguém que depende de nos, vc não pode ter toda atenção do mundo, temos um filho.
- Um filho que eu não concordei em ter, vc que quis!
- Fala baixo, Chaveirinho! Santiago ta em casa.
E fomos interrompidas com alguem batendo na porta:
- Mae to com fome! Faz lanche?
- Lanche? você já sabe fazer, faça você Santiago! - Respondi no impulso com um tom elevado.
- Pai, mãe vocês tão brigando?
- Não, não estamos filho. Eu e Chaveirinho estamos apenas conversando algumas coisas importantes. Aguarda um pouco que ela  vai fazer seu lanche.
Cruzei os braços e sentei na cama, respirei forte, desejando estar em paz com Keddy o que tem sido difícil ultimamente.
Você ta maluca? Olha o jeito que vc tratou nosso filho!
- Ah ta! Você já parou pra pensar na maneira como me trata?
- ta, ta bom Chaveirinho. Olha , sábado eu vou tirar folga e nos vamos sair, vou tirar o dia inteiro pra você. E agora você vai fazer o lanche do Santiago. Estamos conversadas?
Esqueci de me apresentar, me chamo Chaveirinho. Não é um nome de verdade, é só um apelido carinhoso que meus amigos colocaram por eu ser baixinha e sinceramente prefiro ser chamada assim, já me acostumei. Ja faz um tempo que não tenho atenção da Keddy, eu a amo e já somos casadas a 10 anos, temos um filho de 8. De uns tempos pra cá, parece que ela só se importa com o futebol e o filho, fora que ela parece querer sempre assumir o controle de tudo, mandar em tudo, em mim, no Santiago, no futebol ( logo ela é a capitã do time e também goleira - o que é uma vantagem porque como goleira ela "agarra" super bem e tem uma pegada firme, fico excitada só de pensar em suas mãos grandes e fortes.). Durante todo esse tempo, nunca desconfiei que Keddy me traísse, ate agora sempre fomos fieis uma a outra, embora as vezes ela tenha um comportamento estranho, pelo menos em publico ela sempre me protege. Nao sei se essa é a palavra certa "protege", mas parece que é isso que ela faz. Keddy nunca permite que alguem me ofenda, ela me respeita e impõe respeito a quem quer que encoste perto da gente, sempre foi assim desde que nos conhecemos. Ela nunca me deu motivos para desconfiar dela, mas ela é altamente ciumenta e explosiva. É difícil conversarmos as vezes, ela tem umas atitudes que me assustam. Da a impressão que ela age por impulso, mas ao mesmo tempo que ela tem o domínio de tudo. Organizada, gosta de tudo no seu devido lugar, sua bebida preferida é Whisky, mas eu nunca a vi bêbada. Mencionei que em publico ela me protegia, entretanto quando estávamos a sós eu ficava totalmente vulnerável. Vulnerável a ela.
No começo eu achava que ela era apenas ciumenta, mas com o tempo descobri que ela era mesmo possessiva. Pra você ter uma ideia, ela não permitia que as pessoas ao menos me abraçassem, até ai tudo bem, mas depois foi ficando cada vez mais intenso. Keddy controlava cada passo que eu dava, se duvidasse controlava ate minha respiração, era totalmente dedicada a mim, parece que existia apenas eu e mais nenhuma mulher no mundo. A principio, achava que o fato dela ser capitã do time influenciava algumas de suas atitudes, mas isso não tinha nada a ver. O que eu não sabia é que na verdade, Keddy possuía uma "segunda personalidade" que ela tentava esconder mas a cada dia ficava mais difícil. Eu estava vendo ela se trancar em um mundo de trabalho, treino e filho e estava cada vez mais distante de mim. Aquilo me consumia por dentro, mas descobri que uma hora você se cansa de tentar ser aquilo que não é, é o que estava acontecendo com Keddy. Ela estava se cansando de tentar ser aquilo que não era.
Você já tentou esconder algo que gosta muito? E se isso tivesse dentro de você, você acha que conseguiria esconder? Conheço pessoas que passaram a vida se escondendo, tentando ser o que não era, agir como não lhe convém, mas alguma hora isso acaba saindo do controle, Keddy estava perdendo esse controle. Depois da conversa, ela havia saido. Logo mais a noite, já são 11 horas e Keddy ainda não havia chegado. Mandei sms pra saber onde ela estava, é obvio:
- Keddy, onde vc esta?
- Oi amor, estou em um bar com as amigas, jaja vou pra casa.
- como assim em um bar? Aff,s fala sério. Pois então, eu vou dar uma saída. Santiago já está dormindo mesmo.
-Sair a essa hora? Ta tarde pra mulher minha sair a essa hora.
-vou tomar um sorvete
- tenho certeza que você não vai querer fazer isso! Eu levo algo pra você quando eu sair daqui. Mas você vai ficar em casa, senão já sabe.
- você pode sair e eu não?
-logico, vc quer que eu fique contando telhas em casa?
-Não... podiamos fazer outras coisas em casa, mas enfim...
Keddy demorou a voltar a pra casa, acabei cochilando enquanto a esperava.

- amor? Acorda! Hey vamos pra cama...
- agora que vc chegou?
- Sim amor, eu trouxe seu sorvetinho. 
- Me abraça?
- Claro meu bem, eu amo vc.... Jamais quero ficar longe de você. Me desculpa eu não devia ter saído, nem devia ter discutido com vc hoje, sinto muito. Você e o Santiago são as pessoas mais importantes da minha vida.

Capitulo 2.


Já é a noite e eu tinha acabado de chegar em casa, cansada, com fome e estressada depois de um dia de trabalho daqueles. Keddy estava jogando vídeo game com Santiago na sala.
- Keddy, pq sua roupa ta jogada em cima da cama?
- Pra vc passar ué!
- Pra eu passar? Pq você não passou? A roupa é sua. Eu to cansada, você não estava fazendo nada, apenas jogando videogame.
- Eu não, oras! Eu tenho mulher pra que?
Em um ato de coragem (coragem mesmo, pois eu bem conhecia o temperamento dela) peguei o motante de roupas e joguei em cima dela.
- passe você se quiser.
- Chaveirinho, pega essa roupa do chão agora!
- Pega você, a roupa é sua! Já falei estou cansada
Keddy respirou fundo e pediu pra Santiago ir pro quarto dele, me agarrou pelo braço e me jogou no chão. O clima ficou tenso, então me calei. Ela ordenou que eu passasse a roupa e depois colocasse o jantar enquanto ela me aguardava na sala, deu um beijinho em meu rosto e saiu. Simplesmente obedeci para evitar maiores transtornos. Depois de organizar as roupas, coloquei o jantar, mas por mais que eu fugisse a confusão sempre vinha ao meu encontro. Santiago deixou o seu prato com comida cair no chão e quebrar.
- mãe desculpa, não foi pq eu quis eu juro, não me bate de novo por favor!
- Calma filho! Foi só um acidente. E que história é essa de bater de novo? Você bateu no nosso filho Chaveirinho?
- Sim, dei um tapinha nele de leve apenas.
-Nao pai, ela bateu forte, ta a marca ainda.
- Que absurdo! Santiago sente-se ai. Chaveirinho, limpe agora esse chão não quero ver essa bagunça.
- Amor, vamos jantar. Depois eu limpo isso, organizo tudo.
- Voce ta surda? Faça agora e depois que limpar vá para o quarto. Voce não vai jantar conosco, se prepara que a gente vai conversar!

Mais uma vez obedeci. Eu estava em panico, ela tinha o poder de me deixar assim, me fazia esperar enquanto minha consciência me torturava ate que ela chegasse para fazer o que quisesse. Uma hora depois Keddy subiu para o quarto e trancou a porta. Ficou encostada na parede me observando. Enrolou um cinto na mão desses de couro legitimo que  de pensar  sinto meu corpo esquentar de dor. Me ajoelhei aos pés de Keddy como de costume e abaixei a cabeça, (antes que ela mesma me obrigasse a fazer isso) tentei desesperadamente me explicar:
- Amor, ele mereceu. Ele estava com notas muito ruins então eu fui chamar atenção dele e ele me tratou muito mal. Falei com ele, mas ele continuou respondendo então eu bati, mas foi só um pequeno tapa, juro.
Você passou dos limites. Deixou uma marca em nosso filho e agora vou deixar algumas em você.
Olhei em seus olhos e ela parecia se alimentar da minha angustia, parecia se satisfazer com minha posição humilhante e meus gemidos de piedade.ela deu aquele sorriso irônico de lado que embora eu ache sexy é sinal de que devo me preparar para o pior. Ordenou que eu aguentasse calada,  que Santiago estava em casa e me deu uma surra daquelas depois ficou ali cuidando de mim enquanto eu chorava e não demorou muito para que se trancasse no banheiro e ficasse um tempo la se tocando. Nao sei pq ela sempre fazia isso depois que me batia. Por fim, castigou Santiago quando soube que ele havia mentido sobre a intensidade do tapa, de fato apenas dei um tapinha em seu ombro pelo seu comportamento.