Era uma vez, uma mulher muito rica e poderosa
chamada Hezel, era muito conhecida na
cidade e todas as moças da região sempre estavam aos seus pés. Seus cabelos
longos e olhar sedutor ela sempre conseguia para si as meninas que desejava. Hezel
possuía em sua casa duas escravas Chaveirinho e Nara e fazia bastante distinção
entre as duas. Nara era bonita de corpo, lábios carnudos, cabelo ondulado,
sempre buscava agradar sua dona em tudo, apesar de ser apenas uma escrava ela
agia como se fosse grande coisa, já que mantinha um relacionamento com sua
dona. Sempre estava de nariz empinado, fazendo desdém de Chaveirinho, quando
ganhava um agrado da sua dona por satisfazer seus prazeres. Por outro lado, Chaveirinho
tbm era bonita, magra, quadris largos, bumbum durinho, cabelo liso, lábios pequenos,
nariz afilado, virgem, olhos castanhos claros, também procurava sempre obedecer
sua dona. Hezel sempre teve tudo o que quis, exceto o amor de Chaveirinho a
quem desejava com todo seu coração.
-
O que ta fazendo aqui escrava?
-
Já estou acabando de arrumar seu quarto, senhora. Falou Chaveirinho com a
cabeça baixa em tom de submissão.
Hezel
agarra a moça pela cintura e a deita na cama. Começa a beijar seu pescoço,
respiração ofegante.
-
Me solta, senhora, por favor!
-
Ora, ora escrava... Vai dizer que não ta gostando...
-
Senhora, por favor eu não estou preparada para isso. Eu sou virgem por favor me
solta!
-
não se preocupa eu vou devagar, não vai doer... Eu vou ti dar todo meu amor,
seja minha!
Chaveirinho
empurra Hezel. E sai do quarto. Hezel dá um sorrisinho de lado e fica
imaginando que um dia Chaveirinho ainda se renderá a ela. Indignada, vai até a
cozinha. Nara está por lá.
-
Me de agua escrava, ande!
Nara
serve a sua dona, e começa a mexer na sua roupa deixando o decote a vista... Hezel
fica olhando, Nara faz cara de inocente, Hezel não fala nada apenas continua
olhando e de repente puxa a escrava de uma vez, pega ela pelo cabelo e a
debruça sobre a mesa da cozinha. Nara geme com a brutalidade da sua dona, mas
parece estar gostando. Hezel aperta os seios desliza a mão na sua cintura e
aperta seu bumbum, arranca a roupa de Nara e começa a transar com a escrava ali
mesmo. Nara geme alto, do quarto é possível Chaveirinho ouvir os gemidos de
Nara, já sabe o que está acontecendo lá fora. Com dois dedos e sem
lubrificações, brutalmente Hezel enfia em Nara, vagina a dentro e ouve os
gemidos de dor e prazer ao mesmo tempo da sua escrava. Depois de satisfeita, Hezel
se senta e começa a fumar deixando Nara despida.
-
Vista-se escrava! Já deu o que tinha q dar.
Nara
obedece. Na sequência, chega por trás da sua dona e lhe massageia os ombros,
beija-lhe o pescoço.
-
Sai daqui sai, sua putinha... Eu quero ficar sozinha, vai procurar algo para
fazer, uma louça pra lavar... me deixa em paz...
Hezel
fala isso e sai, deixa a escrava na cozinha sozinha e se dirige até o quarto de
Chaveirinho, bate na porta e pede licença. Pede desculpa por tentar agarra-la e
manda com que se vista para ir com ela ao centro tomar sorvete. Nara presencia
a atitude da dona para com Chaveirinho e sente inveja. Como pode ela realizar
as mais loucas fantasias de sua dona e Chaveirinho ser tão bem tratada dessa
forma? Pq Hezel nao castigava Chaveirinho pela sua desobediência? As Duas saem,
e na volta Chaveirinho trás alguns presentes que ganhou da sua dona como roupas
e sapatos. Com inveja, Nara faz um plano. Combina com uma amiga que também é
escrava lhe prometendo um almoço e um jantar, caso fizesse como o combinado. E
assim sucedeu. Ao anoitecer, Chaveirinho está na cozinha, chega uma escrava e
começa a conversar com Chaveirinho, Nara dá um jeito de levar sua dona a cozinha
e ao ouvir os passos de Hezel e Nara, a escrava agarra Chaveirinho e lhe beija.
Hezel presencia a cena do beijo, exatamente como Nara havia planejado, era
possível perceber a ira no olhar da sua Dona. Hezel agarra Chaveirinho pelos
cabelos.
-
O que esta acontecendo aqui escrava? Como você pode beijar outra?
-
eu não beijei, ela que me beijou!
-
Eu não sou cega, escrava!!! E você, o que está fazendo aqui dentro da minha
casa? Volte para a senzala sua negrinha maldita!
-
Senhora, eu posso explicar tudo! Eu nem a conheço, ela simplesmente me beijou
eu..
-
cala a boca!
Hezel
pega a pequena no colo de uma maneira forçada, e a leva para seu quarto joga
ela na cama. Tira sua roupa com brutalidade.
-
Falei que você ia ser minha! Você vai ser minha! Como você pode me trair com
aquela outra escrava???
-
senhora, pare por favor! Eu não a conheço. Por favor não me faças mal! Te
imploro.
Hezel
amarra a escrava na cama, começa a lhe abusar. Chupa os seios com força,
deixando hematoma enquanto enfia um dedo em sua vagina. O coração de Chaveirinho
está para sair pela boca, e a escrava só chora e geme baixo. Hezel dá um tapa e
a manda ficar quieta.
-
senhora para, ti imploro aaiiinn
-
Fica quieta, senão é pior! Você é minha agora, seu corpo me pertence. – Hezel
enfia dois dedos com força, vai socando devagar, mas forte faz isso cerca de
seis vezes seguidas
-
Ahh! Aiin! Aaaah! Doi aaiii! - A escrava
soluça.
Hezel
acelera agora além de socar com força seus dedos, ela também faz isso de
maneira rápida. O choro da pequena se intensifica
-
eu não aguento mais para por favor, já chega!
-
isso quem sabe sou eu! Agora toma, você é só minha e eu não aceito dividir vc
com ngm.
-
Eu não estava com ninguém, ela que me beijou, eu nem a conheço, eu juro!!
Aaainnn! Aaahhh! Aaaiiii!!
A
violência continua. Agora Hezel muda a posição, faz com que a escrava fique de
4, dá uns belos tapas no bumbum e continua socando forte na escrava, no lençol
gotas de sangue começam a cair, Chaveirinho já nem geme, apenas respira
ofegante e chora. Hezel finalmente termina. E se senta em sua poltrona, acende
um cigarro demonstrando toda sua tensão (geralmente fuma quando está ansiosa,
com raiva etc). Chaveirinho fica a chorar, quietinha, encolhida.
-
Ah, para de chorar! Não foi tão ruim assim! Eu não sou tão mal assim! Só me
estressei pq vc me traiu!
Hezel
fica inquieta com o choro da pequena, está caindo a ficha do mal que fez.
Amanhece o dia, Chaveirinho de tanto chorar pegou no sono, Hezel não conseguiu
pregar o olho. Vai até a cozinha e pede para que Nara prepare algo para Chaveirinho
comer, leva o café da manhã de Chaveirinho para o quarto e fica aguardando a
escrava acordar. A escrava acorda, mas permanece quieta, o clima está tenso. Hezel
lhe mostra o café da manhã e lhe pede desculpas, promete que fara o que for
necessário para ser perdoada, Chaveirinho contudo não diz uma palavra
permanecendo de cabeça baixa. Frustrada, Hezel se retira e vai até a senzala,
encontra-se com a escrava que pegou aos beijos na cozinha com Chaveirinho e lhe
faz ameaças.
-
Escrava maldita! Pq você beijou a Chaveirinho?? O que ela é sua? Ande fala
logo, não tenho o dia todo!!! E é melhor falar a verdade, senão vai ser pior
pra você.
O
medo toma conta da escrava e ela confessa, diz que em troca de comida aceitou a
proposta de Nara para fazer o serviço a fim de prejudicar Chaveirinho. Hezel solta
a escrava e manda que os feitores lhe apliquem um castigo, volta para a casa
grande e vai até onde Nara que está lavando a louça. Ela arrasta Nara até o
quarto dos castigos (Onde há uma série de materiais para tortura e castigos
como correntes para os pés, cordas, chicotes, cintos entrançados, entre outros)
o qual é temido pelos escravos. Quando um escravo faz algo muito, muito grave é
levado para lá para ser punido e nem sempre sai com vida, tendo visto que lá
além de ser uma espécie de cativeiro, tbm tem pouca iluminação e não recebe luz
solar. Hezel prende Nara em uma espécie de tronco fino e arranca sua roupa.
-
Pq vc armou contra a Chaveirinho? Pq vc mandou que aquela escrava fizesse
aquilo?
-
Eu não fiz nada disso, senhora eu juro!
-
Mentirosa!!! – Hezel começa a cortar os cabelos de Nara. – A escrava que você subornou,
já confessou tudo! E você vai pagar muito, muito caro por tudo isso!
-
Senhora eu só queria ser sua, apenas isso! A senhora se importa muito com Chaveirinho
e ela não lhe dá a mínima, no entanto eu só queria agradar-te!
-
como ousa falar desta forma, sua insolente!!! – Hezel dá um chute frontal nas
costas da escrava – Você não passa de uma puta, uma vadiazinha fácil. Eu só
ficava com você pra me satisfazer, você só era um lanchinho pra mim.
Hezel
aplica uma surra com chicote de múltiplas pontas em Nara deixando-a com
ferimentos. Vai até onde Chaveirinho e trás ela até Nara, conta-lhe tudo que
aconteceu e mostra a Chaveirinho que Nara estava pagando pelo erro que cometeu.
Chaveirinho de modo algum se manifesta, permanece calada. Enquanto isso Hezel
prepara algo no fogo, é uma espécie de letra de ferro com a inicial do seu nome,
esquenta a letra até um certo grau e leva pra perto de Nara. Hezel se prepara
para marcar as costas de Nara com a letra, mas Chaveirinho intervém.
-
Senhora, ti imploro não faça isso!
Hezel
imediatamente para, fica surpresa com a atitude de Chaveirinho – Ela merece
isso Chaveirinho, ela merece coisa pior. Me dê um bom motivo para eu não fazer
isso. –
-
Doninha, eu nunca fiquei com outra pessoa isso é fato. Mas também tive uma
paixão por você, gosto da maneira como me trata mas tenho resistido aos seus
encantos não por eu ter olhos para outras pessoas, mas sim porque eu achava que
a senhora me queria apenas para ser como a Nara... Eu realmente sinto algo
forte por você e eu não queria que esse sentimento se estragasse se a senhora
fizesse comigo como faz com a Nara. De fato ela é interesseira, mas ela já teve
seu castigo. Por favor não a machuque mais, não vale a pena.
-
Chaveirinho, eu jamais faria de você uma vadia... eu vejo você como uma
princesa e não como uma escrava, eu trato você diferente como eu nunca tratei
nenhuma outra mulher. Me batia desespero pelo fato de eu dar em cima de uma
mulher e ela logo se render, mas você não! Você é diferente! Chaveirinho, você
não é apenas alguém que me serve, você é uma mulher com qualidades incríveis.
-
Senhora, eu sei o meu lugar. Por mais que você me trate diferente mas eu sou
apenas uma escrava e sempre serei... Ainda mais agora depois do que aconteceu
ontem eu me tornei desprezível.
-
Não! Não fala assim, você é a mulher da minha vida.
Hezel
chama alguns criados para organizarem uma festa. Um almoço é servido e algumas
autoridades são convidadas. Chaveirinho está linda, nem parece que um dia foi
escrava, usando um vestido e salto pega nas mãos da sua dona.
-
Ofereço a você um cálice de veneno
Para comigo brindar.
Numa linda noite sob um belo luar
Depois de bebermos vamos viajar
Nos desprender dos corpos
E com as almas flutuar
Alcançaremos o amor eterno
E nada irá nos impedir
Dessa vez me de certeza
Pois mais uma vez não vou me iludir
E de sobremesa tomaremos
O mais nobre cálice de sangue
para selar nossa união
Seremos duas almas
Unidas por um só coração. Casa comigo, Chaveirinho?
Para comigo brindar.
Numa linda noite sob um belo luar
Depois de bebermos vamos viajar
Nos desprender dos corpos
E com as almas flutuar
Alcançaremos o amor eterno
E nada irá nos impedir
Dessa vez me de certeza
Pois mais uma vez não vou me iludir
E de sobremesa tomaremos
O mais nobre cálice de sangue
para selar nossa união
Seremos duas almas
Unidas por um só coração. Casa comigo, Chaveirinho?
Assim, Hezel pede Chaveirinho em casamento, elas se casam e vivem felizes
para sempre.... Ops, enquanto a Nara, bem, essa ai terminou sozinha, ainda é escrava de Hezel e agora tbm de Chaveirinho, serve sozinha na casa,
tem que dar conta de todo o serviço e não é mais desejada por sua dona. Por
causa de suas atitudes se tornou uma escrava desprezível e completamente
infeliz.
FIM
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